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Por Viiccccc
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Precipuamente, segundo Nelson Mandela, 'ninguém nasce odiando outra pessoa pela sua cor de pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar', de modo anacrônico, observam-se aspectos semelhantes no contexto brasileiro atual no que tange a dos caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Com isso, observa-se a concretização de um cenário desafiador em virtude da falta de debates midiáticos e da inoperância estatal.

A princípio, é fulcral atentar para a insuficiência de discussões sobre obstáculos sobre o combate do preconceito religioso. Nessa perspectiva, o filósofo Habermas alegava que a linguagem é uma verdadeira forma de ação, ou seja, discutir um problema é um meio de enfrentá-lo. Sob esse viés, como disserta Gilberto Freyre em "Casa-grande e Senzala", o autor ensina que a realidade do Brasil até o século XIX estava compactada no interior da casa-grande, cuja religião oficial era católica, e as demais crenças - principalmente as africanas - eram marginalizadas. Além disso, é um tema silenciado, uma vez que a população em geral não tem conhecimento sobre essa problemática situação. Logo, evidencia-se o silenciamento como um desafio que deve ser resolvido para enfrentar o combate da intolerância religiosa no Brasil. Contudo, essa questão intolerante está enraizada no passado da população, as crenças dos povos nativos e dos escravizados africanos, não eram toleradas pelos praticantes da religião católica.

Ademais, vale destacar a negligência governamental como um dos desafios mais problemáticos e complexos no enfrentamento do imbróglio. Sob essa óptica, o filósofo contratualista Thommas Hobbes afirmava que é dever do Estado garantir o bem-estar da nação, isto é, cabe ao poder público solucionar questões latentes no país, como a intolerância religiosa. Nesse sentido, nota-se que o governo assume uma postura omissa, como a falta de consenso sobre como abordar o problema. Desse modo, é necessária a atuação estatal de modo eficaz, imediato e coordenado para atenuar a problemática emergente. Entretanto, conforme a Constituição Federal do Brasil de 1988 - norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro - está longe do esperado com a legislação de 1988.

Em suma, urge que medidas urgentes e estratégicas sejam tomadas para reverter esse cenário alarmante, trágico e preocupante. Como solução, o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, órgão do Poder Legislativo responsável por demandas sociais, em parceria com a grande mídia, deve promover campanhas publicitárias que conscientizem a população sobre a grande dificuldade da luta contra a discriminação religiosa. Ademais, tais campanhas devem ser veiculadas por meio de publicações nas redes sociais do Ministério e de anúncios em grandes veículos midiáticos a fim de trazer visibilidade ao trabalho de cuidado no Brasil. Desse modo, atenuar-se-á a essa problemática situação a nação caminhará para um futuro mais justo.
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