- 20 Mai 2024, 21:00
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"Homem é a definição de ser humano e a mulher, de fêmea, quando ela se comporta como ser humano, dizem que está agindo como um homem", a frase da filósofa francesa Simone de Beauvoir descreve com exatidão a importância do feminismo para as mulheres no século XX. Na atualidade, o papel feminino já está em par de igualdade com o masculino, porém, é fato que a participação das mulheres no âmbito da Ciência da Saúde não tem o merecido reconhecimento. Isso se deve às disparidades de gênero, que ainda são frequentes na sociedade, bem como a falta de apoio governamental para com a participação feminina na saúde.
Nesse contexto, é indubitável que a desigualdade de gênero reforça a falta reconhecimento da contribuição feminina na área da saúde, tendo em vista que o preconceito contra a mulher se desenvolve pela desconsideração da mulher como cientista e pensadora. Sob essa ótica, observa-se a situação com a química Marie Curie, a qual desenvolveu estudos com a radioatividade, sendo fundamental na criação do raio-x, que foi amplamente utilizado durante a Primeira Guerra Mundial, contudo, a cientista foi barrada de receber seu próprio Nobel por conta de seu gênero. À vista disso, fica evidente que as diferenças sociais atrapalham na validação da participação da mulher na saúde.
Complementarmente, é preciso ressaltar que a inadimplência governamental prorroga a resolução da falta de identificação da importância feminina no âmbito da saúde, sob esse viés, o filósofo contratualista Rousseau descreve na sua obra “O Contrato Social” a interdependência do Estado e do Corpo Social, onde é necessário o acordo entre as partes para que a convivência seja possível. Por conseguinte, faz-se indispensável o papel do Ministério da Cultura no reconhecimento da personalidade feminina na Ciência da Saúde brasileira.
Torna-se evidente, portanto, que as diferenças relacionadas ao gênero, bem como a ineficiência estatal em demonstrar a importância das mulheres na área da saúde, prolongam a resolução da problemática. Dessa forma, para que o impasse seja resolvido, é fundamental que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) deve estimular a população a conhecer as personalidades femininas no meio da Ciência, por meio de palestras em universidades e escolas com membras importantes do âmbito da saúde no Brasil, para que a sociedade possa compreender a influência feminina neste meio. Assim, espera-se que as diferenças na definição de mulher e homem sejam mitigadas.
Nesse contexto, é indubitável que a desigualdade de gênero reforça a falta reconhecimento da contribuição feminina na área da saúde, tendo em vista que o preconceito contra a mulher se desenvolve pela desconsideração da mulher como cientista e pensadora. Sob essa ótica, observa-se a situação com a química Marie Curie, a qual desenvolveu estudos com a radioatividade, sendo fundamental na criação do raio-x, que foi amplamente utilizado durante a Primeira Guerra Mundial, contudo, a cientista foi barrada de receber seu próprio Nobel por conta de seu gênero. À vista disso, fica evidente que as diferenças sociais atrapalham na validação da participação da mulher na saúde.
Complementarmente, é preciso ressaltar que a inadimplência governamental prorroga a resolução da falta de identificação da importância feminina no âmbito da saúde, sob esse viés, o filósofo contratualista Rousseau descreve na sua obra “O Contrato Social” a interdependência do Estado e do Corpo Social, onde é necessário o acordo entre as partes para que a convivência seja possível. Por conseguinte, faz-se indispensável o papel do Ministério da Cultura no reconhecimento da personalidade feminina na Ciência da Saúde brasileira.
Torna-se evidente, portanto, que as diferenças relacionadas ao gênero, bem como a ineficiência estatal em demonstrar a importância das mulheres na área da saúde, prolongam a resolução da problemática. Dessa forma, para que o impasse seja resolvido, é fundamental que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) deve estimular a população a conhecer as personalidades femininas no meio da Ciência, por meio de palestras em universidades e escolas com membras importantes do âmbito da saúde no Brasil, para que a sociedade possa compreender a influência feminina neste meio. Assim, espera-se que as diferenças na definição de mulher e homem sejam mitigadas.