- 01 Jun 2024, 16:11
#130212
A série da Netflix "Desventuras em Série" frequentemente destaca o poder transformador da leitura, mostrando como os personagens encontram respostas, inspiração e coragem nos livros para enfrentar situações difíceis. No entanto, fora do universo ficcional, há uma discrepância entre a realidade e a ficção, uma vez que o avanço tecnológico e a falta de estímulo para ler afetam negativamente o hábito de leitura dos brasileiros.
Em primeira análise, é inegável o papel fundamental da leitura na sociedade como um recurso para nosso desenvolvimento pessoal e formação cidadã. Nessa perspectiva, o escritor Daniel Handler, em seu livro “O Lago das Sanguessugas”, afirma que “bibliotecas são como uma ilha num vasto mar de ignorância”. Sob esse viés, constata-se a importância da leitura em meio às lacunas enfrentadas pela sociedade, como a falta de livrarias pelo Brasil. De acordo com uma pesquisa de 2023 da Associação Nacional de Livrarias, o Brasil conta com 2.972 unidades espalhadas pelo país, ou seja, é uma loja para cada 68,3 mil pessoas, o que acaba desestimulando a busca das pessoas pela literatura.
Além disso, o aumento do uso de aparelhos eletrônicos influencia o desinteresse das pessoas por livros e outros meios de leitura, como jornais e revistas. Apesar de a internet facilitar o acesso a conteúdos de leitura, ela também oferece outras alternativas de entretenimento, como redes sociais e serviços de streaming. Esses serviços muitas vezes custam metade do preço de um livro e, de certa forma, acabam sendo mais práticos e com melhor custo-benefício. Isso faz com que a atenção das pessoas seja desviada pela tecnologia, levando-as a abandonar a leitura.
Logo, é responsabilidade do Estado promover políticas públicas que facilitem o acesso à leitura, promovam eventos para estimular o hábito de ler, incentivem a criação de bibliotecas e apoiem iniciativas que ampliem o acesso aos livros. Contudo, cabe à população se interessar mais pela leitura, buscando oportunidades de acesso a livros, participando de eventos literários e valorizando o papel das bibliotecas como espaços de conhecimento e cultura. Como efeito social, a população brasileira se beneficiará do poder da cultura literária, assim como a sociedade da obra cinematográfica supracitada.
Em primeira análise, é inegável o papel fundamental da leitura na sociedade como um recurso para nosso desenvolvimento pessoal e formação cidadã. Nessa perspectiva, o escritor Daniel Handler, em seu livro “O Lago das Sanguessugas”, afirma que “bibliotecas são como uma ilha num vasto mar de ignorância”. Sob esse viés, constata-se a importância da leitura em meio às lacunas enfrentadas pela sociedade, como a falta de livrarias pelo Brasil. De acordo com uma pesquisa de 2023 da Associação Nacional de Livrarias, o Brasil conta com 2.972 unidades espalhadas pelo país, ou seja, é uma loja para cada 68,3 mil pessoas, o que acaba desestimulando a busca das pessoas pela literatura.
Além disso, o aumento do uso de aparelhos eletrônicos influencia o desinteresse das pessoas por livros e outros meios de leitura, como jornais e revistas. Apesar de a internet facilitar o acesso a conteúdos de leitura, ela também oferece outras alternativas de entretenimento, como redes sociais e serviços de streaming. Esses serviços muitas vezes custam metade do preço de um livro e, de certa forma, acabam sendo mais práticos e com melhor custo-benefício. Isso faz com que a atenção das pessoas seja desviada pela tecnologia, levando-as a abandonar a leitura.
Logo, é responsabilidade do Estado promover políticas públicas que facilitem o acesso à leitura, promovam eventos para estimular o hábito de ler, incentivem a criação de bibliotecas e apoiem iniciativas que ampliem o acesso aos livros. Contudo, cabe à população se interessar mais pela leitura, buscando oportunidades de acesso a livros, participando de eventos literários e valorizando o papel das bibliotecas como espaços de conhecimento e cultura. Como efeito social, a população brasileira se beneficiará do poder da cultura literária, assim como a sociedade da obra cinematográfica supracitada.