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Por Annafabiaa
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#130304
A Constituição Federal de 1988, considerada cidadã por ter sido escrita à luz da Declaração Universal dos direitos humanos, assegura o bem-estar aos indivíduos a partir dos direitos sociais, políticos e civis. No entanto, o legislado se distancia do praticado, uma vez que existem desafios para combater violências contra religiões de matriz africana no Brasil. Dessa forma, falhas educacionais e as políticas públicas escassas são as causas do problema.
Primeiramente, é crucial enfatizar que as deficiências no sistema educacional constituem um desafio complexo e de múltiplas facetas, espelhando as desigualdades socioeconômicas e sublinhando a imperiosa necessidade de reformas estruturais. Estas devem assegurar o acesso equitativo e a elevação da qualidade do ensino para a totalidade da população. Conforme observado pelo filósofo Marquês de Maricá, a intolerância irracional de muitos pode servir de escusa ou mesmo justificar a hipocrisia e a dissimulação de alguns. Visto isso, podemos afirmar que as escolas não comentam sobre religiões de matrizes africanas, sendo assim o preconceito perpetuado por gerações.
Nessa perspectiva, é preciso, de início, discorrer acerca da displicência do Estado. Segundo o filósofo John Locke, "as leis fizeram-se para os homens e não para as leis". À luz desse pensamento, é fato que, ao ser criada uma lei, é preciso que ela seja planejada para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação. No entanto, no que se refere ao, desafio de combater as violências contra religiões de matriz africana no Brasil vê-se que não há a real aplicação do arcabouço jurídico, uma falha do poder público, que não direciona investimentos suficientes para garantir políticas efetivas capazes de garantir o contido na Constituição Federal, ferindo a dignidade do cidadão, comprometendo o bem-estar que lhe é devido no Estado de Direito.
Portanto, visto os fatores que impactam negativamente, medidas são necessárias para combatê-los. Cabe ao Governo Federal implementar e cumprir leis sobre tal assunto, enquanto às instituições educacionais devem promover palestras e discussão em sala de aula, afim de conscientizar sobre o desafio de combater as violências contra religiões de matriz africana no Brasil. O objetivo dessa iniciativa é sensibilizar os brasileiros sobre a gravidade do problema, e trazer soluções para que possa acontecer a redução da violência.
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