- 09 Jun 2024, 13:46
#130421
Na obra "A República", de Platão, é retratada uma cidade ideal, caracterizada pela ausência de conflitos. No entanto, o que se observa na atualidade é o oposto do idealizado pelo filósofo grego, uma vez que há desafios para o combate do preconceito linguístico na conjuntura brasileira. Nesse sentido, emerge um grave problema em virtude da normalização de mazelas e da inércia estatal.
Primeiramente, a negligência da coletividade potencializa o preconceito linguístico. Consoante a isso, Hanna Arendt afirma, em seu conceito de "Banalidade do mal", que a ignorância da população perante certos problemas acarreta a normalização e a manutenção destes. Sob esse viés, as "piadas inofensivas" ao sotaques e os comentários cruéis aos outros estados na internet são frutos dessa banalização, já que não são denunciados e sim normalizados. Logo, é inadmissível que esse cenário preconceituoso continue a perdurar.
Ademais, a omissão estatal prorroga o combate desse preconceito. Segundo Thomas Hobbes, é dever do Estado propiciar ações que promovam o bem-estar social e o respeito às diferenças. Todavia, nota-se o contrário dessa premissa, visto que o desrespeito a muitos nordestinos e até aos sulistas configura o descumprimento das autoridades em efetivar de forma concreta as leis e normas estabelecidas. Desse modo, é fundamental que haja medidas combatentes ao tratamento diferenciado dos falantes regionalizados.
Portanto, a fim de amenizar o emblema e mitigar quaisquer preconceitos, cabe ao Poder Público, órgão administrador da nação, providenciar, por meio de um Projeto Nacional de combate às disparidades linguísticas, em diversas localidades, campanhas de conscientização à causa e monitoramento especializado de comportamentos nocivos e maldosos às vítimas nas mídias. Assim, a sociedade estará mais próxima da realidade idealizada por Platão.
Primeiramente, a negligência da coletividade potencializa o preconceito linguístico. Consoante a isso, Hanna Arendt afirma, em seu conceito de "Banalidade do mal", que a ignorância da população perante certos problemas acarreta a normalização e a manutenção destes. Sob esse viés, as "piadas inofensivas" ao sotaques e os comentários cruéis aos outros estados na internet são frutos dessa banalização, já que não são denunciados e sim normalizados. Logo, é inadmissível que esse cenário preconceituoso continue a perdurar.
Ademais, a omissão estatal prorroga o combate desse preconceito. Segundo Thomas Hobbes, é dever do Estado propiciar ações que promovam o bem-estar social e o respeito às diferenças. Todavia, nota-se o contrário dessa premissa, visto que o desrespeito a muitos nordestinos e até aos sulistas configura o descumprimento das autoridades em efetivar de forma concreta as leis e normas estabelecidas. Desse modo, é fundamental que haja medidas combatentes ao tratamento diferenciado dos falantes regionalizados.
Portanto, a fim de amenizar o emblema e mitigar quaisquer preconceitos, cabe ao Poder Público, órgão administrador da nação, providenciar, por meio de um Projeto Nacional de combate às disparidades linguísticas, em diversas localidades, campanhas de conscientização à causa e monitoramento especializado de comportamentos nocivos e maldosos às vítimas nas mídias. Assim, a sociedade estará mais próxima da realidade idealizada por Platão.
- 09 Jun 2024, 13:49
#130422
@fluttershy @lais458 @KaioP366 @Deivson123 @Maxy @Yurizinho0
Podem corrigir minha redação estilo ENEM pfv??




Podem corrigir minha redação estilo ENEM pfv??