- 16 Jun 2024, 11:15
#130577
"A inclusão acontece guando se aprende com as diferenças e não com as igualdades." Como dito pelo educador brasileiro Paulo Freir, convivver com as diferenças permite a descoberta de novos mundos, no entanto, o preconceito linguístico no Brasil é uma barreira que pode impedir a inclusão do indivíduo na sociedade e tirar-lhe a liberdade de expressão.
Nesse sentido o prenconceito linguístico pode gerar a exclusão social de uma pessoa, a partir do momento em que ela passa a ser desrrespeitada e deixada de lado pelo seu modo de falar, esse tipo de atitude desrrespeita o artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz, "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.".
Ademais tomar o modo de falar de determinada pessoa como como incorreto, acaba por tirar a liberdade de expressão, garantida por lei. Essa forma de agir impede que a sociedade seja um lugar de liberdade e igualdade .
Logo para se aprender com as diferenças e precisso que haja um estimulo educacional a conhecer outras culturas, de forma que essa forma de agir e pensar acabe ao compreender as diferentes formas de linguagem.
Nesse sentido o prenconceito linguístico pode gerar a exclusão social de uma pessoa, a partir do momento em que ela passa a ser desrrespeitada e deixada de lado pelo seu modo de falar, esse tipo de atitude desrrespeita o artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz, "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.".
Ademais tomar o modo de falar de determinada pessoa como como incorreto, acaba por tirar a liberdade de expressão, garantida por lei. Essa forma de agir impede que a sociedade seja um lugar de liberdade e igualdade .
Logo para se aprender com as diferenças e precisso que haja um estimulo educacional a conhecer outras culturas, de forma que essa forma de agir e pensar acabe ao compreender as diferentes formas de linguagem.