- 19 Jun 2024, 07:45
#130658
O filme "Wall-E", retrata um cenário distopico no qual a terra teve seus recursos naturais esgotado. Similarmente, no Brasil, a falta de acessibilidade à água potável é constante em comunidades desprovidas de recursos financeiros. Nesse contexto, E válido analisar a como negligência estatal e a existência de uma visão capitalizado da natureza representam desafios para a solução desse revés.
Nesse sentido, é válido considerar a negligência estatal como fator agravante do descaso em relação a escassez de recursos hídricos. No livro "Vidas Secas" de Graciliano Ramos, é mostrado dificuldades enfrentadas pelos retirantes na seca de 1930 no Nordeste. De maneira análoga, atualmente, a falta de investimento em infraestrutura de abastecimento em represas afeta principalmente a classe marginalizada, causando disfunções como alto indice de enfermidades e impactos no desenvolvimento econômico. Dessa feita, faz-se imperioso que essa chaga social seja reconhecida para que seja combatida.
Ademais, percebe-se a influência de uma ideologia capitalizada que reflete uma forma impactante na sociedade. De acordo com o artigo 225 da Lei Maior, todo cidadão brasileiro tem o direito a um ambiente equilibrado. Logicamente, as normas e diretrizes fundamentais da constituição não estão sendo devidamente consideradas ou aplicadas. Por conseguintes, as comunidades que necessitam de tal recurso são altamente reprimidas pelas classes que se beneficiam so uso capitalizado e desigual desse meio natural. Como grandes empresas agrícolas, que lucram com a grande concentração de irrigações e do monopólio comercial.
Portanto, cabe ao Estado- promotor do bem-estar social- estabelecer novos reservatórios e estações de tratamento especialmente em áreas vulneráveis, mediante a realizar investimentos nesses locais. Outrossim, o Governo Federal tem o dever dd igualar o uso consciente dos meios hídricos, aplicando Regulação e fiscalização rigorosa, que limitam o uso excessivo de água por grandes empresas. Assim sendo, consumo igualitário dos recursos essenciais que poderao resultadar em benefícios para os grupos desfavorecidos do pais.
Nesse sentido, é válido considerar a negligência estatal como fator agravante do descaso em relação a escassez de recursos hídricos. No livro "Vidas Secas" de Graciliano Ramos, é mostrado dificuldades enfrentadas pelos retirantes na seca de 1930 no Nordeste. De maneira análoga, atualmente, a falta de investimento em infraestrutura de abastecimento em represas afeta principalmente a classe marginalizada, causando disfunções como alto indice de enfermidades e impactos no desenvolvimento econômico. Dessa feita, faz-se imperioso que essa chaga social seja reconhecida para que seja combatida.
Ademais, percebe-se a influência de uma ideologia capitalizada que reflete uma forma impactante na sociedade. De acordo com o artigo 225 da Lei Maior, todo cidadão brasileiro tem o direito a um ambiente equilibrado. Logicamente, as normas e diretrizes fundamentais da constituição não estão sendo devidamente consideradas ou aplicadas. Por conseguintes, as comunidades que necessitam de tal recurso são altamente reprimidas pelas classes que se beneficiam so uso capitalizado e desigual desse meio natural. Como grandes empresas agrícolas, que lucram com a grande concentração de irrigações e do monopólio comercial.
Portanto, cabe ao Estado- promotor do bem-estar social- estabelecer novos reservatórios e estações de tratamento especialmente em áreas vulneráveis, mediante a realizar investimentos nesses locais. Outrossim, o Governo Federal tem o dever dd igualar o uso consciente dos meios hídricos, aplicando Regulação e fiscalização rigorosa, que limitam o uso excessivo de água por grandes empresas. Assim sendo, consumo igualitário dos recursos essenciais que poderao resultadar em benefícios para os grupos desfavorecidos do pais.