- 19 Jun 2024, 12:40
#130667
A obra "O cidadão invisível" trata da desvalorização de alguns indivíduos na sociedade brasileira. A crítica de Dimenstein é verificada no que se refere a violência contra a pessoa idosa no Brasil, uma vez que há um silenciamento instaurado a cerca dessa problemática gerado pela falta de representatividade política que produz uma inércia legislativa que contribui de forma severa para a desvalorização do cidadão idoso. Além disso a omissão midiática também contribui para o agravamento desse quadro.
Sob essa conjectura, o filósofo Thomas Hobbes em sua obra "O leviatã" afirma que é dever do Estado a garantia de preceitos civis aos cidadãos, e, em paralelo a Constituição brasileira prevê aos seus cidadãos, em seu artigo 5° o direito da igualdade entre todos. No entanto, é notório que o Brasil, em relação ao combate á violência contra o idoso, tem se afastado da filosofia de Hobbes e da norma constitucional em virtude da carência de representatividade política que gera um cenário propício ao esquecimento, deixando eminente a desvalorização supracitada na obra de Dimenstein.
Nesse sentido, a omissão midiática também é fator que acentua a sensação de impunidade naqueles que praticam a violência para com a pessoa idosa, visto que para Zygmunt Bauman "A invisibilidade na era da informação é equivalente à morte". Sob esta ótica, é inequívoco afirmar que a mídia tem se eximido de um de seus papeis fundamentais: mediar o conhecimento de fatos e informações entre pessoas para tornar todos conhecedores de seus direitos, deveres e principalmente, demonstrar aos agressores as consequências de seus atos através do poder punitivo do Estado.
Em síntese, urge o desenvolvimento de políticas que intervenham e visem a valorização do idoso. Para isso, em primeiro plano é imprescindível Que representantes políticos do governo Brasileiros, tais como Governadores, fomentem o desenvolvimento de uma legislação que associe uma rede de denúncias a maus tratos contra idosos através da mídia a uma reformulação do Estatuto do idoso, que vise aumentar a punição aos agressores para que assim sejam valorizados e protegidos os idosos da nação.
Sob essa conjectura, o filósofo Thomas Hobbes em sua obra "O leviatã" afirma que é dever do Estado a garantia de preceitos civis aos cidadãos, e, em paralelo a Constituição brasileira prevê aos seus cidadãos, em seu artigo 5° o direito da igualdade entre todos. No entanto, é notório que o Brasil, em relação ao combate á violência contra o idoso, tem se afastado da filosofia de Hobbes e da norma constitucional em virtude da carência de representatividade política que gera um cenário propício ao esquecimento, deixando eminente a desvalorização supracitada na obra de Dimenstein.
Nesse sentido, a omissão midiática também é fator que acentua a sensação de impunidade naqueles que praticam a violência para com a pessoa idosa, visto que para Zygmunt Bauman "A invisibilidade na era da informação é equivalente à morte". Sob esta ótica, é inequívoco afirmar que a mídia tem se eximido de um de seus papeis fundamentais: mediar o conhecimento de fatos e informações entre pessoas para tornar todos conhecedores de seus direitos, deveres e principalmente, demonstrar aos agressores as consequências de seus atos através do poder punitivo do Estado.
Em síntese, urge o desenvolvimento de políticas que intervenham e visem a valorização do idoso. Para isso, em primeiro plano é imprescindível Que representantes políticos do governo Brasileiros, tais como Governadores, fomentem o desenvolvimento de uma legislação que associe uma rede de denúncias a maus tratos contra idosos através da mídia a uma reformulação do Estatuto do idoso, que vise aumentar a punição aos agressores para que assim sejam valorizados e protegidos os idosos da nação.