- 21 Jun 2024, 16:25
#130744
A baixa autoestima em relação ao desempenho acadêmico afugenta os estudantes, principalmente no primeiro período de curso, período em que ficam evidentes problemas de adaptação.
As principais dificuldades dos estudantes estão relacionadas à gestão do tempo, estudos e à saúde mental, além dos sentimentos de incapacidade e inferioridade. Em consequência disso, nota-se que muitos jovens sofrem de ansiedade e outras doenças, e optam por interromper os estudos.
Outro fator existente que também convém lembrar é a desigualdade social, que é um dos principais fatores que contribui para esse cenário, já que os jovens de famílias mais pobres têm menos chances de concluir o ensino médio e de ingressar no ensino superior. Por mais que para essas famílias o sistema universitário tenha recursos como bolsas ou financiamentos, a problemática ainda é um desafio para muitos jovens brasileiros.
Em virtude dos fatos mencionados, garantir que os jovens mais pobres estejam nas universidades públicas exige também o investimento pesado em políticas de educação, na qualificação dos professores da educação básica e na melhoria da infraestrutura física das escolas. Além disso, especialistas concordam que é urgente oferecer apoio financeiro para que as famílias mantenham seus filhos nas universidades, arcando com gastos de transporte e alimentação. Levando em consideração também o acompanhamento de profissionais na área à saúde, já que esses jovens são mais bombardeados pela autocobrança.
Diante do exposto, para muitos, conseguir entrar em uma faculdade é a realização de um sonho com a perspectiva de um futuro melhor ao atuar na profissão escolhida"
As principais dificuldades dos estudantes estão relacionadas à gestão do tempo, estudos e à saúde mental, além dos sentimentos de incapacidade e inferioridade. Em consequência disso, nota-se que muitos jovens sofrem de ansiedade e outras doenças, e optam por interromper os estudos.
Outro fator existente que também convém lembrar é a desigualdade social, que é um dos principais fatores que contribui para esse cenário, já que os jovens de famílias mais pobres têm menos chances de concluir o ensino médio e de ingressar no ensino superior. Por mais que para essas famílias o sistema universitário tenha recursos como bolsas ou financiamentos, a problemática ainda é um desafio para muitos jovens brasileiros.
Em virtude dos fatos mencionados, garantir que os jovens mais pobres estejam nas universidades públicas exige também o investimento pesado em políticas de educação, na qualificação dos professores da educação básica e na melhoria da infraestrutura física das escolas. Além disso, especialistas concordam que é urgente oferecer apoio financeiro para que as famílias mantenham seus filhos nas universidades, arcando com gastos de transporte e alimentação. Levando em consideração também o acompanhamento de profissionais na área à saúde, já que esses jovens são mais bombardeados pela autocobrança.
Diante do exposto, para muitos, conseguir entrar em uma faculdade é a realização de um sonho com a perspectiva de um futuro melhor ao atuar na profissão escolhida"