- 22 Jun 2024, 17:31
#130771
Embora a Constituição Federal de 1988 afirme que todos os cidadãos tenham direito a liberdade de expressão e valorizar suas origens nota-se que essa garantia não acontece adequadamente, pois caminhos ainda precisam ser traçados para promover a diminuição do preconceito linguístico no Brasil. Isso ocorre devido à distinção de classes e desigualdade social. Logo, medidas são necessárias para alterar esse quadro.
Sob esse viés, há de constatar à débil ação governamental, enquanto mantedora do impasse. Nesse sentido, o filósofo ¨Thomas Hobbes¨, em seu livro ¨Leviatã¨, defende a incumbência da entidade do Estado representado por um monstro marinho, em proporcionar meios que visem a harmonia social, mediante ações coletivas entre as autoridades. Todavia, nota-se a escassez de medidas aderidas pela Federação, tais como, aumento de investimento na área da educação e aumento na carga horária da disciplina de língua portuguesa. Destarte, essa negligência representa uma das causas do imbróglio.
Ademais, é preciso considerar a fator grupal. segundo o ilustre filósofo alemão ¨Jurgem Hebermas¨, a razão comunicativa, ou seja, o diálogo, constitui uma etapa fundamental do desenvolvimento social. Nesse ínterim, a falta de estímulo ao debate na mídia, escola e família a respeito do preconceito linguístico, resulta na formação de indivíduos sem pensamento crítico e empatia.
Portanto, é irrefutável a importância da mídia como disseminador de informação e o poder do Estado na resolução do problema. A esse respeito, é de extrema seriedade a ação do Congresso Nacional, na elaboração de uma legislação que promova uma alternativa para combater o preconceito linguístico no Brasil, por meio de reuniões com especialistas em relações sociais, com o fito de mitigar o problema e, futuramente, restaurar o progresso nacional.
Sob esse viés, há de constatar à débil ação governamental, enquanto mantedora do impasse. Nesse sentido, o filósofo ¨Thomas Hobbes¨, em seu livro ¨Leviatã¨, defende a incumbência da entidade do Estado representado por um monstro marinho, em proporcionar meios que visem a harmonia social, mediante ações coletivas entre as autoridades. Todavia, nota-se a escassez de medidas aderidas pela Federação, tais como, aumento de investimento na área da educação e aumento na carga horária da disciplina de língua portuguesa. Destarte, essa negligência representa uma das causas do imbróglio.
Ademais, é preciso considerar a fator grupal. segundo o ilustre filósofo alemão ¨Jurgem Hebermas¨, a razão comunicativa, ou seja, o diálogo, constitui uma etapa fundamental do desenvolvimento social. Nesse ínterim, a falta de estímulo ao debate na mídia, escola e família a respeito do preconceito linguístico, resulta na formação de indivíduos sem pensamento crítico e empatia.
Portanto, é irrefutável a importância da mídia como disseminador de informação e o poder do Estado na resolução do problema. A esse respeito, é de extrema seriedade a ação do Congresso Nacional, na elaboração de uma legislação que promova uma alternativa para combater o preconceito linguístico no Brasil, por meio de reuniões com especialistas em relações sociais, com o fito de mitigar o problema e, futuramente, restaurar o progresso nacional.