- 27 Jul 2024, 10:08
#131897
"Utopia", a famosa obra do escritor britânico Thomas More, retrata uma sociedade perfeita, ausente de problemas sociais. No entanto, a realidade brasileira é adversa à idealizada obra, pois se identifica o preconceito linguístico. Logo analisam-se as causas dessa conjuntura: discriminação social e as barreiras na comunicação.
Diante desse cenário percebe-se que discriminação social fomenta a permanência do impasse. Sob essa lógica Thomas Hobbes, filósofo inglês destaca a obrigação de Estado em assegurar o bem-estar da coletividade. Todavia, esse preceito não está sendo evidenciado na prática, visto que a discriminação linguística é uma forma de discriminação social, excluindo e marginalizando aqueles que não seguem padrões considerados "corretos" pela sociedade. Nesse sentido, ao invés de promover a qualidade de vida da nação, tais determinações falhas contribuem para a desigualdade e perpétua estereótipos prejudiciais. Logo, essa postura estatal precisa de resolução.
Outrossim, é cabível pontuar que para Hannah Arendt, "A essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos". Isso, não acontece na prática, pois ao perceber barreiras na comunicação. Então, nota-se que a parcela marginalizada da sociedade dificultando a interação e o entendimento mútuo, logo por consequência corre-se o risco de limitar a troca de ideias e experiências entre diferentes culturas. Nesse viés, são alvos da indiferença padecendo do direito a estar no direito de equidade.
Portanto, cabe ao Estado investir maior parcela do PIB nos casos de preconceito linguístico. Essa ação irá ocorrer por meio do ministério da educação órgão responsável por elaborar planos de políticas públicas voltadas as pessoas que sofrem exclusão linguística. Tal ação tem por finalidade de remediar não somente as barreiras na comunicação, mas também a discriminação social.
Diante desse cenário percebe-se que discriminação social fomenta a permanência do impasse. Sob essa lógica Thomas Hobbes, filósofo inglês destaca a obrigação de Estado em assegurar o bem-estar da coletividade. Todavia, esse preceito não está sendo evidenciado na prática, visto que a discriminação linguística é uma forma de discriminação social, excluindo e marginalizando aqueles que não seguem padrões considerados "corretos" pela sociedade. Nesse sentido, ao invés de promover a qualidade de vida da nação, tais determinações falhas contribuem para a desigualdade e perpétua estereótipos prejudiciais. Logo, essa postura estatal precisa de resolução.
Outrossim, é cabível pontuar que para Hannah Arendt, "A essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos". Isso, não acontece na prática, pois ao perceber barreiras na comunicação. Então, nota-se que a parcela marginalizada da sociedade dificultando a interação e o entendimento mútuo, logo por consequência corre-se o risco de limitar a troca de ideias e experiências entre diferentes culturas. Nesse viés, são alvos da indiferença padecendo do direito a estar no direito de equidade.
Portanto, cabe ao Estado investir maior parcela do PIB nos casos de preconceito linguístico. Essa ação irá ocorrer por meio do ministério da educação órgão responsável por elaborar planos de políticas públicas voltadas as pessoas que sofrem exclusão linguística. Tal ação tem por finalidade de remediar não somente as barreiras na comunicação, mas também a discriminação social.