- 14 Ago 2024, 19:15
#132608
Em meados do século XX, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido à perseguição nazista na Europa. Bem recebido e impressionado com o potencial da nova casa, Zweig escreveu um livro ufanista cujo titulo é até hoje repetido: "Brasil, país do futuro". Entretanto, quando se observa a deficiência de medidas contra o preconceito linguístico no país, verifica-se que essa profecia é constatada na teoria e não desejavelmente, na prática. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido à falta de leis, mas também a falta de conscientização diante desse quadro alarmante.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de leis. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, pela baixa operação das autoridades pessoas são humilhadas diariamente. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de urgentemente.
Além disso, a falta de conscientização também pode ser apontado como promotor do problema. De acordo com isso, percebe-se que a sociedade não está preparada para lidar com a diversificação linguística de cada região. Destarte, é imprescindível a atuação governamental e social para tais empecilhos serem superados.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar esse quadro alarmante.
Para tanto, o Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimento, direcione capital que, por intermédio do Estado, será revertido por meio de palestras e leis, visando conscientizar a sociedade. Assim, poder-se-á diminuir, em médio a longo prazo, o impacto nocivo do preconceito linguístico, e a profecia de Zweig será solidificada no Brasil.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de leis. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, pela baixa operação das autoridades pessoas são humilhadas diariamente. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de urgentemente.
Além disso, a falta de conscientização também pode ser apontado como promotor do problema. De acordo com isso, percebe-se que a sociedade não está preparada para lidar com a diversificação linguística de cada região. Destarte, é imprescindível a atuação governamental e social para tais empecilhos serem superados.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar esse quadro alarmante.
Para tanto, o Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimento, direcione capital que, por intermédio do Estado, será revertido por meio de palestras e leis, visando conscientizar a sociedade. Assim, poder-se-á diminuir, em médio a longo prazo, o impacto nocivo do preconceito linguístico, e a profecia de Zweig será solidificada no Brasil.