- 15 Ago 2024, 10:51
#132623
O jurista brasileiro Dalmo Dallari definiu a cidadania como o conjunto de direitos que possibilita à sociedade participar ativamente na vida e no governo de seu povo. Entretanto, nota-se que, no panorama real brasileiro, tal conceito não é devidamente aplicado, tendo em vista o preconceito existente com a juventude atual, que carrega o estigma de não ter uma participação social produtiva. Desse modo, a problemática fundamenta-se tanto pela omissão estatal e ineptidão informacional da população.
Nessa perspectiva, de fato, a falta de ações efetivas, por parte do poder público, contribui para a conservação da temática. Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, toda organização, privada ou popular, que não cumpre seu papel comunitário, é descrita como uma “Instituição Zumbis”. A partir disso, é possível observar como a negligência fiscalizatória das entidades governamentais, principalmente nos ambientes de ensino, coopera para a perpetuação do pensamento ultrapassado de que a geração contemporânea não tem objetivos que almejam a garantia de cidadania para o coletivo brasileiro, fortalecendo a estagnação do país no presente cenário. Dessa forma, tais condutas impactam na perpetuação dos estereótipos de jovens e sua relação com a cidadania.
Outrossim, a ausência de conhecimento do tecido social sobre a questão torna-se outro empecilho na luta contra essa pauta. Nessa óptica, o filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau afirmava que “A vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos”. Sob esse viés, é perceptível que grande parte da sociedade não compreende que, sem a mobilização adequada, não há como estimular, ou mesmo cobrar posicionamento dos jovens, sobre a tomada de atitudes em defesa da integração social e cidadania, pois não há incentivos adequados para a continuidade dessas intervenções. Logo, os fatos colaboram para a imutabilidade desse quadro, impossibilitando que operações de engajamento popular ocorram com eficácia.
Em suma, é imprescindível que o governo se mobilize para superar as barreiras supracitadas. Para tanto, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania atuar, mais efetivamente, nas atividades de fiscalização, garantindo assim a aplicabilidade da cidadania no cotidiano nacional. Ademais, é importante incentivar Organizações Não Governamentais a divulgar informações úteis sobre o assunto para o conjunto social, por meio de palestras nos ambientes educacionais e profissionais. Por conseguinte, ao cumprir o descrito na Carta Magna, será possível consolidar uma nação próspera.
Nessa perspectiva, de fato, a falta de ações efetivas, por parte do poder público, contribui para a conservação da temática. Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, toda organização, privada ou popular, que não cumpre seu papel comunitário, é descrita como uma “Instituição Zumbis”. A partir disso, é possível observar como a negligência fiscalizatória das entidades governamentais, principalmente nos ambientes de ensino, coopera para a perpetuação do pensamento ultrapassado de que a geração contemporânea não tem objetivos que almejam a garantia de cidadania para o coletivo brasileiro, fortalecendo a estagnação do país no presente cenário. Dessa forma, tais condutas impactam na perpetuação dos estereótipos de jovens e sua relação com a cidadania.
Outrossim, a ausência de conhecimento do tecido social sobre a questão torna-se outro empecilho na luta contra essa pauta. Nessa óptica, o filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau afirmava que “A vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos”. Sob esse viés, é perceptível que grande parte da sociedade não compreende que, sem a mobilização adequada, não há como estimular, ou mesmo cobrar posicionamento dos jovens, sobre a tomada de atitudes em defesa da integração social e cidadania, pois não há incentivos adequados para a continuidade dessas intervenções. Logo, os fatos colaboram para a imutabilidade desse quadro, impossibilitando que operações de engajamento popular ocorram com eficácia.
Em suma, é imprescindível que o governo se mobilize para superar as barreiras supracitadas. Para tanto, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania atuar, mais efetivamente, nas atividades de fiscalização, garantindo assim a aplicabilidade da cidadania no cotidiano nacional. Ademais, é importante incentivar Organizações Não Governamentais a divulgar informações úteis sobre o assunto para o conjunto social, por meio de palestras nos ambientes educacionais e profissionais. Por conseguinte, ao cumprir o descrito na Carta Magna, será possível consolidar uma nação próspera.