- 16 Ago 2024, 09:59
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No artigo 5 da Constituição Federal de 1988, prevê que todos são iguais sem qualquer distinção de natureza. No entanto, ainda existe diferença entre os cidadãos brasileiros, por conta que eles praticam ou sofrem preconceito linguístico. Desse modo, tal problema ocorre devido à negligência governamental e ao mau uso da Internet.
A princípio, cada região tem seu modo de falar e muitas das vezes sofrendo devido ao seu sotaque ou modo de escrever diferente, e assim elas são discriminadas. Nesse contexto, segundo o historiador brasileiro José Murilo de Carvalho, em seu livro “A cidadania no Brasil: O longo caminho”, para haver uma cidadania plena no Brasil é imprescindível a coexistência dos direitos sociais, políticos e civis. Sob essa perspectiva, percebe-se que, quando a igualdade não é efetivada, a cidadania não é alcançada na sociedade. Sendo assim, devemos respeitar o modo de falar e de escrever de cada um ou região no Brasil.
Diante desse cenário, na internet temos muitos casos de preconceito linguístico que não são punidos pelos seus atos e continuam praticando discriminação. Nessa maneira, de acordo com Osmar Fernandes, “A lei não foi feita para enfeitar papel, foi feita para ser cumprida”. Porém, a lei não está sendo devidamente cumprida e várias vezes o indivíduo não tem punição adequada. Sendo assim, precisamos combater o preconceito linguístico na internet através que a lei seja adequadamente realizada e as pessoas possam ser punidas pelos seus atos.
É necessário, portanto, que o Poder Legislativo, órgão responsável por fiscalizar e propor leis no país, deverá fortalecer as leis já existentes, por meio de denúncias e fazer uma fiscalização mais competente e punições mais severas, a fim que valorize o modo de cada um falar e escrever. Logo, pode amenizar o preconceito linguístico no Brasil.
A princípio, cada região tem seu modo de falar e muitas das vezes sofrendo devido ao seu sotaque ou modo de escrever diferente, e assim elas são discriminadas. Nesse contexto, segundo o historiador brasileiro José Murilo de Carvalho, em seu livro “A cidadania no Brasil: O longo caminho”, para haver uma cidadania plena no Brasil é imprescindível a coexistência dos direitos sociais, políticos e civis. Sob essa perspectiva, percebe-se que, quando a igualdade não é efetivada, a cidadania não é alcançada na sociedade. Sendo assim, devemos respeitar o modo de falar e de escrever de cada um ou região no Brasil.
Diante desse cenário, na internet temos muitos casos de preconceito linguístico que não são punidos pelos seus atos e continuam praticando discriminação. Nessa maneira, de acordo com Osmar Fernandes, “A lei não foi feita para enfeitar papel, foi feita para ser cumprida”. Porém, a lei não está sendo devidamente cumprida e várias vezes o indivíduo não tem punição adequada. Sendo assim, precisamos combater o preconceito linguístico na internet através que a lei seja adequadamente realizada e as pessoas possam ser punidas pelos seus atos.
É necessário, portanto, que o Poder Legislativo, órgão responsável por fiscalizar e propor leis no país, deverá fortalecer as leis já existentes, por meio de denúncias e fazer uma fiscalização mais competente e punições mais severas, a fim que valorize o modo de cada um falar e escrever. Logo, pode amenizar o preconceito linguístico no Brasil.