- 29 Ago 2024, 16:57
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Na obra "Utopia" de Thomas More, é retratada uma sociedade livre de conflitos, padronizados na perfeição. No entanto, o que presenciamos no Brasil contemporâneo é o oposto do que se prega na obra, uma vez que as dificuldades no enfrentamento da xenofobia apresentam barreiras na concretização dos planos de More. Este cenário anormal é fruto da indiferença governamental quanto da individualidade social.
Diante deste canário, é crucial pontuar que o preconceito linguístico no Brasil deriva da baixa atuação governamental, no que envolve a criação de mecanismos que previnam tais recorrências.
Segundo o filósofo Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, o que não acontece no país verde e amarelo. Devido a falta de atuação das autoridades, gera-se um descaso para com as vítimas que sofrem com tal preconceito. Desse modo, faz-se fundamental a reformulação urgente da postura estatal.
Em segunda Análise, é indispensável ressaltar a individualidade social como promotora do problema. A filosofa Hannah Arendt criou o conceito do "Banalidade do Mal", onde resalta que quando uma atitude ocorre frequentemente, a sociedade passa a vê-la como banal. Logo, comparamos esse conceito com a apatia do corpo social perante o quadro refutável que vivemos.
Em suma, é indispensável que medidas cabíveis sejam tomadas para a erradicação da problemática.
Nesse caso, cabe ao Ministério Público juntamente com a mídia, conscientizar a massa populacional para que assim, atentem-se no desencadeamento de uma possível xenofobia. Desse modo, alcançaremos a Utopia More.
Diante deste canário, é crucial pontuar que o preconceito linguístico no Brasil deriva da baixa atuação governamental, no que envolve a criação de mecanismos que previnam tais recorrências.
Segundo o filósofo Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, o que não acontece no país verde e amarelo. Devido a falta de atuação das autoridades, gera-se um descaso para com as vítimas que sofrem com tal preconceito. Desse modo, faz-se fundamental a reformulação urgente da postura estatal.
Em segunda Análise, é indispensável ressaltar a individualidade social como promotora do problema. A filosofa Hannah Arendt criou o conceito do "Banalidade do Mal", onde resalta que quando uma atitude ocorre frequentemente, a sociedade passa a vê-la como banal. Logo, comparamos esse conceito com a apatia do corpo social perante o quadro refutável que vivemos.
Em suma, é indispensável que medidas cabíveis sejam tomadas para a erradicação da problemática.
Nesse caso, cabe ao Ministério Público juntamente com a mídia, conscientizar a massa populacional para que assim, atentem-se no desencadeamento de uma possível xenofobia. Desse modo, alcançaremos a Utopia More.