- 29 Ago 2024, 19:27
#133243
O filósofo brasileiro Raimundo Teixeira Mendes, em 1889, adaptou o lema positivista “Ordem e Progresso” não só para a Bandeira Nacional, mas também para a nação que, no contexto hodierno, enfrenta significativos estorvos para o seu desenvolvimento.
Lamentavelmente, entre eles, o ¨poder de transformação da leitura¨ representa uma antítese à máxima do símbolo pátrio, uma vez que tal postura resulta na desordem e no retrocesso do desenvolvimento social. Esse lastimável panorama é calcado pela inoperância estatal.
De início, há de se constatar a débil ação do Poder Público, enquanto mantenedora da problemática. Acerca disso, o filósofo inglês Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", defende a incumbência do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso da coletividade. As autoridades, contudo, vão de encontro com a ideia de Hobbes, uma vez que possuem um papel inerte em relação à falta.
Esse cenário decorre do fato de que, como pontuou o economista Murray Rothbard, uma parcela dos representantes governamentais, ao se orientar por um viés individualista e visar a um retorno imediato de capital político, negligencia a conservação de direitos sociais indispensáveis, como o direito à.
Nessa ótica, a obra “Cidadão” de papel, do jornalista Dimenstein, apresenta um contexto social em que às garantias constitucionais estão restritas apenas a parte escrita, sem serem colocadas em prática , diante disso, os são considerados de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés de promover o reconhecimento de tal exposto, tais determinações falhas contribuem para a manutenção da invisibilidade social.
Logo, é inadmissível que a omissão do Estado perpetue o “problema” no Brasil. Portanto, conclui-se que o governo federal, o órgão de maior poder político nacional, deve em parceria com o Ministério do desenvolvimento educacional ,devem criar projetos de reconhecimento que garantam os direitos pelo Artigo 6 e 5 da constituição federal,direitos sociais,educacionais,saúde e a proteção do indivíduo,com a conjuntura de tais ações ,os brasileiros verão o progresso referido na Bandeira Nacional Brasileira como uma realidade.
Lamentavelmente, entre eles, o ¨poder de transformação da leitura¨ representa uma antítese à máxima do símbolo pátrio, uma vez que tal postura resulta na desordem e no retrocesso do desenvolvimento social. Esse lastimável panorama é calcado pela inoperância estatal.
De início, há de se constatar a débil ação do Poder Público, enquanto mantenedora da problemática. Acerca disso, o filósofo inglês Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", defende a incumbência do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso da coletividade. As autoridades, contudo, vão de encontro com a ideia de Hobbes, uma vez que possuem um papel inerte em relação à falta.
Esse cenário decorre do fato de que, como pontuou o economista Murray Rothbard, uma parcela dos representantes governamentais, ao se orientar por um viés individualista e visar a um retorno imediato de capital político, negligencia a conservação de direitos sociais indispensáveis, como o direito à.
Nessa ótica, a obra “Cidadão” de papel, do jornalista Dimenstein, apresenta um contexto social em que às garantias constitucionais estão restritas apenas a parte escrita, sem serem colocadas em prática , diante disso, os são considerados de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés de promover o reconhecimento de tal exposto, tais determinações falhas contribuem para a manutenção da invisibilidade social.
Logo, é inadmissível que a omissão do Estado perpetue o “problema” no Brasil. Portanto, conclui-se que o governo federal, o órgão de maior poder político nacional, deve em parceria com o Ministério do desenvolvimento educacional ,devem criar projetos de reconhecimento que garantam os direitos pelo Artigo 6 e 5 da constituição federal,direitos sociais,educacionais,saúde e a proteção do indivíduo,com a conjuntura de tais ações ,os brasileiros verão o progresso referido na Bandeira Nacional Brasileira como uma realidade.