- 31 Ago 2024, 15:06
#133305
Após o período da abolição da escravidão, em 1888, o Brasil iniciou o processo de abertura do país aos imigrantes, especialmente aos europeus e asiáticos, a fim de trabalharem de forma assalariada nas lavouras. Assim como naquela época, este processo de imigração se mostra extremamente necessário atualmente, onde estes trazem seus costumes e filosofias, assim ampliando a diversidade cultural, além de, mesmo com tal importância, serem alvos frequentes de xenofobia.
Em primeiro plano, percebe-se o valor cultural da chegada destes imigrantes ao país. Desde o período colonial brasileiro, caracterizado pelo início da exploração de nossos recursos pelos portugueses, além da entrada forçada dos homens e mulheres africanos a fim de trabalharem como escravos, houve influência destes povos e de outros na cultura brasileira, tendo, por exemplo, comidas como o bacalhau, personagens folclóricos como o lobisomem e religiões como o candomblé e a umbanda, o que nos mostra a importância não só econômica, mais social destes na sociedade.
Além disso, infelizmente, deve-se citar o preconceito sofrido por este público, especialmente aos refugiados de países como Venezuela e Haiti. Como prova deste ponto, tem-se a notícia do site Projeto Colabora que afirma que, durante o período de enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, os imigrantes atingidos por tal ocorrido e levados aos abrigos sofreram exclusão, segregação e restrição à comida, água e roupa, além de serem chamados pelos opressores - neste caso, os gaúchos - de ignorantes e famintos, simplesmente por estes serem quem são, sendo tais atitudes inadmissíveis em vista da grandeza cultural e diversidade de pessoas e corpos existentes em nosso país, demonstrando a necessidade de mudança urgente.
Com isto, percebe-se tal situação relatada precisa ser resolvida. Para isso, se faz necessário que o Governo Federal, órgão regente do Estado, juntamente com o Ministério da Igualdade Racial, possam ampliar a pena e as consequências pelo crime de xenofobia, além de oferecerem auxílios financeiros e de moradia aos imigrantes, por meio de investimentos voltados a tal pauta, a fim de permitir que tais indivíduos possam ter direito a viver dignamente e, além disso, possam ser tratados como pessoas normais na sociedade.
Em primeiro plano, percebe-se o valor cultural da chegada destes imigrantes ao país. Desde o período colonial brasileiro, caracterizado pelo início da exploração de nossos recursos pelos portugueses, além da entrada forçada dos homens e mulheres africanos a fim de trabalharem como escravos, houve influência destes povos e de outros na cultura brasileira, tendo, por exemplo, comidas como o bacalhau, personagens folclóricos como o lobisomem e religiões como o candomblé e a umbanda, o que nos mostra a importância não só econômica, mais social destes na sociedade.
Além disso, infelizmente, deve-se citar o preconceito sofrido por este público, especialmente aos refugiados de países como Venezuela e Haiti. Como prova deste ponto, tem-se a notícia do site Projeto Colabora que afirma que, durante o período de enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, os imigrantes atingidos por tal ocorrido e levados aos abrigos sofreram exclusão, segregação e restrição à comida, água e roupa, além de serem chamados pelos opressores - neste caso, os gaúchos - de ignorantes e famintos, simplesmente por estes serem quem são, sendo tais atitudes inadmissíveis em vista da grandeza cultural e diversidade de pessoas e corpos existentes em nosso país, demonstrando a necessidade de mudança urgente.
Com isto, percebe-se tal situação relatada precisa ser resolvida. Para isso, se faz necessário que o Governo Federal, órgão regente do Estado, juntamente com o Ministério da Igualdade Racial, possam ampliar a pena e as consequências pelo crime de xenofobia, além de oferecerem auxílios financeiros e de moradia aos imigrantes, por meio de investimentos voltados a tal pauta, a fim de permitir que tais indivíduos possam ter direito a viver dignamente e, além disso, possam ser tratados como pessoas normais na sociedade.
- 22 Out 2024, 19:17
#136097
A Constituição Federal de 1988 retrata, no artigo 3º, que o Estado promoveria uma sociedade justa e igualitária. No entanto, a questão do movimento imigratório para o Brasil no século XXI é incongruente com esses princípios, em virtude de erros de entes públicos e coletivos. Assim, urge a análise precisa do imbróglio, à luz de questões normativas e educacionais.
Sob esse viés, é fundamental ressaltar, em primeiro plano, que o problema acontece por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para a realização do bem comum — o que não relevante pelos estadistas. Isso ocorre, porque falta políticas públicas para investir no acolhimento dos imigrantes. Posto isso, a falta de ações dos políticos é um grande agravante desse problema.
Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo de óbice. Como não há educação de qualidade para preparar o jovem para a inserção na comunidade e ascender socialmente, a adversidade persiste e consequências como o desemprego, uma vida precária e a busca pela migração são frequentes. Logo, é importante aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma "a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo", para mudança do quadro retratado.
Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar esse impasse. Para isso, os interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais de imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizar a população, promoverão a relevância sobre políticas de controle e acolhimento a essas pessoas e a educação como base para uma vida melhor por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com para tornar a imigração uma alternativa melhor. Logo, o movimento imigratório terminará no século XXI e o Brasil se tornará um país que garante ampla defesa dos direitos fundamentais aos seus cidadãos.
Sob esse viés, é fundamental ressaltar, em primeiro plano, que o problema acontece por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para a realização do bem comum — o que não relevante pelos estadistas. Isso ocorre, porque falta políticas públicas para investir no acolhimento dos imigrantes. Posto isso, a falta de ações dos políticos é um grande agravante desse problema.
Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo de óbice. Como não há educação de qualidade para preparar o jovem para a inserção na comunidade e ascender socialmente, a adversidade persiste e consequências como o desemprego, uma vida precária e a busca pela migração são frequentes. Logo, é importante aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma "a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo", para mudança do quadro retratado.
Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar esse impasse. Para isso, os interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais de imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizar a população, promoverão a relevância sobre políticas de controle e acolhimento a essas pessoas e a educação como base para uma vida melhor por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com para tornar a imigração uma alternativa melhor. Logo, o movimento imigratório terminará no século XXI e o Brasil se tornará um país que garante ampla defesa dos direitos fundamentais aos seus cidadãos.