- 13 Ago 2019, 02:10
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Em 1500, época da oficialização portuguesa em território, hoje, pertencente ao Brasil, viu-se um aglomerado de mudanças, uma delas foi a catequização dos índios nativos ‘’0s sem fé’’ por parte do clero católico português. Análogo a isso é notório que as causas de intolerância religiosa no Brasil não são atuais, caracterizando-se, como um fato social, lacuna que necessita ser minimizada, vinculado à maior rigorosidade da lei vigente do país, assim como o enaltecimento da ética moral na sociedade.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entres as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga é possível que no Brasil a discrepância da lei regente rompe essa harmonia, haja vista, que elas ainda são fracas e não muito propagadas, criando um ambiente liberal impulsionando o crime de ódio religioso no país, contradizendo o seu adjetivo de Estado laico.
Outrossim, destaca-se a escassez da ética moral na sociedade, sendo também um fator impulsionador do problema. De acordo com o sociólogo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que o fenômeno da ética moral se alinha a questão do desconhecimento da diversidade cultural especificamente de certas religiões sobre outras, levando muita das vezes a violência física, verbal e psicologia, infringindo princípios éticos e morais.
Descarte, fica evidente a necessidade de combater a intolerância religiosa no Brasil, para isso o poder legislativo e executivo poderia elaborar leis mais rigorosas aplicando penas maiores com o objetivo de torná-los mais respeitáveis, logo o poder judiciário asseguraria para que fossem cumpridas, investigando insanamente as denúncias efetivadas. Além disso propagações de mensagens contra esse crime seriam essenciais para impulsionar o espirito ético moral dos cidadãos, evitando catequizações modernas.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entres as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga é possível que no Brasil a discrepância da lei regente rompe essa harmonia, haja vista, que elas ainda são fracas e não muito propagadas, criando um ambiente liberal impulsionando o crime de ódio religioso no país, contradizendo o seu adjetivo de Estado laico.
Outrossim, destaca-se a escassez da ética moral na sociedade, sendo também um fator impulsionador do problema. De acordo com o sociólogo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que o fenômeno da ética moral se alinha a questão do desconhecimento da diversidade cultural especificamente de certas religiões sobre outras, levando muita das vezes a violência física, verbal e psicologia, infringindo princípios éticos e morais.
Descarte, fica evidente a necessidade de combater a intolerância religiosa no Brasil, para isso o poder legislativo e executivo poderia elaborar leis mais rigorosas aplicando penas maiores com o objetivo de torná-los mais respeitáveis, logo o poder judiciário asseguraria para que fossem cumpridas, investigando insanamente as denúncias efetivadas. Além disso propagações de mensagens contra esse crime seriam essenciais para impulsionar o espirito ético moral dos cidadãos, evitando catequizações modernas.