- 14 Set 2024, 13:40
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No século XVIII, o movimento filosófico chamado "iluminismo" desencadeou na sociedade uma série de revolta e revoluções para melhores condições de vida e, sobretudo, de direitos sociais e civis. Paralelo a isso, ao analisar o preconceito linguístico no Brasil, percebe-se que há a necessidade de uma nova luta social para solucionar o problema. Nesse viés, torna-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a lacuna educacional e o legado histórico.
De início, percebe-se que a lacuna educacional fomenta a permanência do entrave na sociedade. Nessa ótica, ao destacar a ideologia do filósofo Platão, especificamente sobre o uso da razão para combater os problemas sociais, nota-se como essa conduta não é realizada pelos brasileiros, sobretudo quando o assunto é preconceito linguístico, isso porque, o estado mesmo sendo responsável para promover instrução aos seus cidadãos não cumpre seu devido papel. Desse modo, é inadmissível que tal situação se perpetue, pois traz consequências gravíssimas, como distúrbios psicológicos.
Ademais, é imperativo ressaltar o legado histórico como promotor do problema. Segundo Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Diante de tal exposto, pode-se observar que a mídia, em vez de promover debates que levem o nível de informação da população sobre o preconceito linguístico, influencia na consolidação e persistência do problema. Dessa forma, devido a omissão governamental, a problemática é agravada no meio social.
Portanto, com o intuito de solucionar o preconceito linguístico, o ministério da cultura, órgão federativo responsável por promover os meios de comunicação, deve criar uma campanha de conscientização efetiva em todo o país. Está ação será implantada por meio de propagandas institucionais nas redes sociais do governo federal nos canais abertos de televisão, os quais devem mostrar exemplos de como a população de agir para amenizar a situação, a fim de formar cidadãos mais capazes para lidar com o problema. Assim, o Brasil não precisará de uma nova "era das luzes" para garantir a ordem social.
De início, percebe-se que a lacuna educacional fomenta a permanência do entrave na sociedade. Nessa ótica, ao destacar a ideologia do filósofo Platão, especificamente sobre o uso da razão para combater os problemas sociais, nota-se como essa conduta não é realizada pelos brasileiros, sobretudo quando o assunto é preconceito linguístico, isso porque, o estado mesmo sendo responsável para promover instrução aos seus cidadãos não cumpre seu devido papel. Desse modo, é inadmissível que tal situação se perpetue, pois traz consequências gravíssimas, como distúrbios psicológicos.
Ademais, é imperativo ressaltar o legado histórico como promotor do problema. Segundo Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Diante de tal exposto, pode-se observar que a mídia, em vez de promover debates que levem o nível de informação da população sobre o preconceito linguístico, influencia na consolidação e persistência do problema. Dessa forma, devido a omissão governamental, a problemática é agravada no meio social.
Portanto, com o intuito de solucionar o preconceito linguístico, o ministério da cultura, órgão federativo responsável por promover os meios de comunicação, deve criar uma campanha de conscientização efetiva em todo o país. Está ação será implantada por meio de propagandas institucionais nas redes sociais do governo federal nos canais abertos de televisão, os quais devem mostrar exemplos de como a população de agir para amenizar a situação, a fim de formar cidadãos mais capazes para lidar com o problema. Assim, o Brasil não precisará de uma nova "era das luzes" para garantir a ordem social.