- 16 Set 2024, 17:40
#133963
A constituição federal de 1988, documento mais importante do país, prevê o direito à educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Todavia, os desafios relacionados ao preconceito linguístico dificultam a universalização desse direito social tão importante. Dessa forma, é imprescindível enunciar os pilares da adversidades como o "fator social" e o "ambiente familiar".
Primeiramente, é válido salientar o "fator social" presente na sociedade. Nesse âmbito. Hannah Arendt, filósofa alemã, em sua teoria "banalidade do mal", sustenta que a população se cala perante determinados problemas sociais. A "isonomia" é a garantia de oportunidades iguais, mesmo em condições diferentes. No entanto a sociedade é pouco econômica, devido ao baixo nível de investimento das escolas, o que acaba ocasionando uma diferença significativa no desempenho acadêmico.
Ademais, é importante atentar-se ao "ambiente familiar". De acordo com Bourdieu "algumas famílias possuem bagagem cultural para indentificar ensinamentos escolares que outros não tem. Assim sendo, estudantes oriundos de famílias abastadas já iniciam sua trajetória escolar em vantagem com relação aos discentes de famílias de baixa renda. Dessa forma, enquanto essa negligência for regra, teremos um aumento na discriminação de dialetos.
Portanto, há de se combater o preconceito linguístico. Nesse viés, as escolas responsáveis pela transformação social, devem estimular a importância de respeitar as pessoas apesar de suas formas de comunicação, por meio de palestras e de projetos pedagógicos, juntamente com professores, a exemplo de ações comunitárias que ensinem a valorização da diversidade linguística. Essas ações terão a finalidade de que todos os direitos da constituição federal sejam zelados.
Primeiramente, é válido salientar o "fator social" presente na sociedade. Nesse âmbito. Hannah Arendt, filósofa alemã, em sua teoria "banalidade do mal", sustenta que a população se cala perante determinados problemas sociais. A "isonomia" é a garantia de oportunidades iguais, mesmo em condições diferentes. No entanto a sociedade é pouco econômica, devido ao baixo nível de investimento das escolas, o que acaba ocasionando uma diferença significativa no desempenho acadêmico.
Ademais, é importante atentar-se ao "ambiente familiar". De acordo com Bourdieu "algumas famílias possuem bagagem cultural para indentificar ensinamentos escolares que outros não tem. Assim sendo, estudantes oriundos de famílias abastadas já iniciam sua trajetória escolar em vantagem com relação aos discentes de famílias de baixa renda. Dessa forma, enquanto essa negligência for regra, teremos um aumento na discriminação de dialetos.
Portanto, há de se combater o preconceito linguístico. Nesse viés, as escolas responsáveis pela transformação social, devem estimular a importância de respeitar as pessoas apesar de suas formas de comunicação, por meio de palestras e de projetos pedagógicos, juntamente com professores, a exemplo de ações comunitárias que ensinem a valorização da diversidade linguística. Essas ações terão a finalidade de que todos os direitos da constituição federal sejam zelados.