- 19 Set 2024, 22:13
#134153
Djamila Ribeiro afirma que o primeiro passo a ser dado para solucionar uma questão é tirá-la da invisibilidade. Na realidade brasileira, a crítica da autora é verificada na prática da intolerância religiosa no Brasil, que persiste e se expande cada vez mais na sociedade, vitimizando principalmente pessoas de religião de matriz africana. Com isso, faz-se necessário analisar como a omissão governamental e a má influência midiática contribuem para esse quadro desafiador que precisa ser desconstruído.
Em face dessa proposição inicial, depreende-se que negligência estatal é um fator problema, visto que a ineficácia da legislação torna a perpetuação desse preconceito ainda mais viável, uma vez que as leis não aplicadas de forma concreta possibilitam a prática constante de tal crime. Além disso, observa-se uma série de atos inconstitucionais, haja vista que a constituição de 1988 defende que os direitos humanos são um direito de todos e dever do Estado. Dessa forma, ao permitir a ocorrência de tal hostilidade o governo restringe as garantias previstas na carta magna.
Outrossim, percebe-se que as mídias sociais atuam como uma das principais causadoras dessa problemática, principalmente pela excessiva propagação de desinformação que influencia a perpetuação dessa intolerância. Exemplificando tal impasse, Voltaire, filósofo francês iluminista, em uma de suas citações diz que o preconceito é uma opinião sem conhecimento, evidenciando assim que a discriminação surge pela falta de informação. Diante disso, observa-se que a má influência midiática potencializa e se torna um obstáculo ao combate de tal repressão no país.
Portanto, cabe ao governo, Órgão Máximo do Poder, criar políticas públicas por meio de pesquisas com as comunidades afetadas, e campanhas de conscientização por meio de palestras escolares,a fim de reverter a sua má gestão. Paralelamente é preciso agir sobre a influência negativa das mídias sociais. Implementadas tais ações, será possível superar a invisibilidade citada por Djamila Ribeiro.
Em face dessa proposição inicial, depreende-se que negligência estatal é um fator problema, visto que a ineficácia da legislação torna a perpetuação desse preconceito ainda mais viável, uma vez que as leis não aplicadas de forma concreta possibilitam a prática constante de tal crime. Além disso, observa-se uma série de atos inconstitucionais, haja vista que a constituição de 1988 defende que os direitos humanos são um direito de todos e dever do Estado. Dessa forma, ao permitir a ocorrência de tal hostilidade o governo restringe as garantias previstas na carta magna.
Outrossim, percebe-se que as mídias sociais atuam como uma das principais causadoras dessa problemática, principalmente pela excessiva propagação de desinformação que influencia a perpetuação dessa intolerância. Exemplificando tal impasse, Voltaire, filósofo francês iluminista, em uma de suas citações diz que o preconceito é uma opinião sem conhecimento, evidenciando assim que a discriminação surge pela falta de informação. Diante disso, observa-se que a má influência midiática potencializa e se torna um obstáculo ao combate de tal repressão no país.
Portanto, cabe ao governo, Órgão Máximo do Poder, criar políticas públicas por meio de pesquisas com as comunidades afetadas, e campanhas de conscientização por meio de palestras escolares,a fim de reverter a sua má gestão. Paralelamente é preciso agir sobre a influência negativa das mídias sociais. Implementadas tais ações, será possível superar a invisibilidade citada por Djamila Ribeiro.