- 28 Set 2024, 16:20
#134568
O importante nao é viver, mas viver bem. De acordo com o filósofo Platão, a condição de vida tem grande relevância, transcendendo o da vivência. Toda via, no Brasil, essas não é uma realidade, diante do preconceito linguístico e seus efeitos, tendo em vista que ao invés de se aproximar do cenário idealizado por Platão no dia a dia, a negligencia estatal aliada à falta de empatia contribuem para a manutenção desa problemática. Assim, cabe a analise do imbróglio.
Sob esse viés, cabe expor, em prieiro plano questões jurídicas para a elucidação do óbice, por esse ângulo a carta Magna de 1988, prevê que é dever do Estado garantir a população o direito básico da liberdade de expressão. No entanto, pela fala de politicas públicas esse preceito fundamental não é efetivado. Isso ocorre porque o preconceito com o linguajar de determinadas regiões do Brasil é escancarado pela sociedade, com piadas e ofensas ao dialeto. Para o IBGE 86% da população nordestina já sofreu com a xenofobia por conta da fala, e o Estado se mantém ausente perante esse precinceito com a falta de leis que punam quem pratica tais imprudências. Logo, a negligência Estatal representa uma desas problemáticas.
Outrosim, é importante frisar, em segundo plano questões comunitárias que estão intimamente ligadas a aversão da comunicação. Afim de ilustrar esta estagnação,o escritor José Saramago em sua obra '' Ensaio sobre cegueira'', demonstra uma cidade afetada pela cegueira moral, caracterizada pela ausência de atitude frente aos problemas socias. Nesse sentido, o Brasil se torna um exemplo do autor quando as Mídias não se movem sobre o grade preconceito linguístico, pois é mais lucrativo rotular os indivíduos de diferentes linguajar, assim estes indivíduos são menosprezados. Por conseguinte, a lingua brasileira sofre os efeitos desse preconceito. Dessa forma, é inquestionável que essa passividade seja tratada o quão antes para reverter esse cenário.
Logo, urge a intermediação dessa questão com ênfase em princípios normativos, são necessárias alternativas para amenizar essa problemática. Para isso, cabe ao Ministério da cidadania e conjunto as Grande Mídias intervir nesse âmbito para concientizar a população sobre a xenofobia linguística, com campanhas e publicidades, assim como leis que punam os indivíduos que praticarem o preconceito. Somente assim, o Brasil consiguirá amenizar os efeitos do aversão a língua aproximando-se dos preceitos previstos na Constituição.
Sob esse viés, cabe expor, em prieiro plano questões jurídicas para a elucidação do óbice, por esse ângulo a carta Magna de 1988, prevê que é dever do Estado garantir a população o direito básico da liberdade de expressão. No entanto, pela fala de politicas públicas esse preceito fundamental não é efetivado. Isso ocorre porque o preconceito com o linguajar de determinadas regiões do Brasil é escancarado pela sociedade, com piadas e ofensas ao dialeto. Para o IBGE 86% da população nordestina já sofreu com a xenofobia por conta da fala, e o Estado se mantém ausente perante esse precinceito com a falta de leis que punam quem pratica tais imprudências. Logo, a negligência Estatal representa uma desas problemáticas.
Outrosim, é importante frisar, em segundo plano questões comunitárias que estão intimamente ligadas a aversão da comunicação. Afim de ilustrar esta estagnação,o escritor José Saramago em sua obra '' Ensaio sobre cegueira'', demonstra uma cidade afetada pela cegueira moral, caracterizada pela ausência de atitude frente aos problemas socias. Nesse sentido, o Brasil se torna um exemplo do autor quando as Mídias não se movem sobre o grade preconceito linguístico, pois é mais lucrativo rotular os indivíduos de diferentes linguajar, assim estes indivíduos são menosprezados. Por conseguinte, a lingua brasileira sofre os efeitos desse preconceito. Dessa forma, é inquestionável que essa passividade seja tratada o quão antes para reverter esse cenário.
Logo, urge a intermediação dessa questão com ênfase em princípios normativos, são necessárias alternativas para amenizar essa problemática. Para isso, cabe ao Ministério da cidadania e conjunto as Grande Mídias intervir nesse âmbito para concientizar a população sobre a xenofobia linguística, com campanhas e publicidades, assim como leis que punam os indivíduos que praticarem o preconceito. Somente assim, o Brasil consiguirá amenizar os efeitos do aversão a língua aproximando-se dos preceitos previstos na Constituição.