- 28 Set 2024, 23:00
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No livro "O Cidadão de Papel", o jornalista Gilberto Dimenstein critica o sistema de leis do Brasil, a qual tem uma boa elaboração, porém carece de efetividade, na prática. Sob esse viés, a crítica feita pelo autor faz analogia ao contexto atual vigente e no que se refere a saúde pública no território brasileiro. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a extensa fila de espera para uma consulta e a negligência governamental mediante a falta de investimentos financeiros. Com isso, é necessário que ações políticas e sociais sejam realizadas para resolver tais problemáticas de forma urgente.
Acerca dessa lógica, a escassez de médicos ajuda a aumentar a precariedade do bem-estar coletivo no país. Consoante o Conselho Federal de Medicina, estima-se que exista apenas 1 médico para cada 470 pacientes, sendo assim, a demora por uma consulta torna a situação das unidades de atendimento mais precárias. Além disso, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 7 em cada 10 brasileiro dependem exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde). Isso representa mais de 150 milhões de pessoas e comprova a importância de implementar mais profissionais para sustentar tal demanda.
Ademais, conclui-se que a carência de medidas governamentais também é um dos muitos motivadores que agravam o impasse. Segundo o sociólogo Karl Marx, em sua teoria do "Silenciamento dos Discursos" afirma que alguns temas são omitidos da sociedade brasileira contemporânea. Portanto, a visão do autor pode ser aplicada na ineficiência de políticas públicas, tendo em vista que apenas 3,6% do orçamento do Governo Federal foi destinado à tal em 2018 conforme a Organização Mundial da Saúde. Nesse sentido, fica claro a insuficiência estatal, sendo uma das chagas sociais que mais interferem na situação da saúde pública no país.
Urge, pois a necessidade de medidas interventivas para a mitigação desse viés, logo, o Governo Federal e o Ministério da Saúde devem promover políticas mais eficazes para solucionar tais problemas. Deve-se criar um projeto de assistência ao SUS, por meio de recursos financeiros para que mais unidades de atendimento sejam implementadas no Brasil e para que mais profissionais sejam contratados, diminuindo o tempo de espera dos pacientes. Além disso, o meio midiático também deve participar desses projetos, pressionando o governo via postagens para que as melhorias sejam realizadas, garantindo assim o avanço da saúde pública.
Acerca dessa lógica, a escassez de médicos ajuda a aumentar a precariedade do bem-estar coletivo no país. Consoante o Conselho Federal de Medicina, estima-se que exista apenas 1 médico para cada 470 pacientes, sendo assim, a demora por uma consulta torna a situação das unidades de atendimento mais precárias. Além disso, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 7 em cada 10 brasileiro dependem exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde). Isso representa mais de 150 milhões de pessoas e comprova a importância de implementar mais profissionais para sustentar tal demanda.
Ademais, conclui-se que a carência de medidas governamentais também é um dos muitos motivadores que agravam o impasse. Segundo o sociólogo Karl Marx, em sua teoria do "Silenciamento dos Discursos" afirma que alguns temas são omitidos da sociedade brasileira contemporânea. Portanto, a visão do autor pode ser aplicada na ineficiência de políticas públicas, tendo em vista que apenas 3,6% do orçamento do Governo Federal foi destinado à tal em 2018 conforme a Organização Mundial da Saúde. Nesse sentido, fica claro a insuficiência estatal, sendo uma das chagas sociais que mais interferem na situação da saúde pública no país.
Urge, pois a necessidade de medidas interventivas para a mitigação desse viés, logo, o Governo Federal e o Ministério da Saúde devem promover políticas mais eficazes para solucionar tais problemas. Deve-se criar um projeto de assistência ao SUS, por meio de recursos financeiros para que mais unidades de atendimento sejam implementadas no Brasil e para que mais profissionais sejam contratados, diminuindo o tempo de espera dos pacientes. Além disso, o meio midiático também deve participar desses projetos, pressionando o governo via postagens para que as melhorias sejam realizadas, garantindo assim o avanço da saúde pública.