- 01 Out 2024, 14:45
#134689
A Constituição Federal de 1988, assegura que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Contudo, diante do preconceito linguístico existente no Brasil, verifica-se que esse princípio não é garantido de forma igualitária. Logo, essa realidade constitui um desafio a ser resolvido não somente pelos poderes públicos, mas também por toda a sociedade.
Primordialmente, é importante ressaltar que a discriminação linguística deriva da baixa atuação governamental no que concerne à criação de mecanismos que reduzam tais recorrências. Sendo assim, segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, a falta de atuação das autoridades resulta em sofrimento para muitos indivíduos que são alvo de preconceito por sua forma de falar, isso porque as leis existentes são ineficientes e, desse modo, não conseguem impedir essas atitudes preconceituosas, pois as punições não são aplicadas de forma efetiva e, consequentemente, alguns cidadãos propagam discursos de ódio, já que não temem as penalidades. Logo, faz-se necessária a reformulação dessa postural estatal de forma urgente.
Ademais, destaca-se a omissão midiática como um dos efeitos ligados ao preconceito linguístico. Nesse contexto, segundo o filósofo Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Dessa forma, observa-se que a mídia, ao invés de promover debates que elevem o nível de informação da população acerca do preconceito regional, infelizmente, influencia no silenciamento midiático, já que em redes sociais existem poucas discussões sobre a importância de respeitar as diferenças regionais. Dessa maneira, quando não há informação para conscientizar a população, têm-se consequências danosas, como a propagação de ideologias preconceituosas e o desrespeito alheio, o que agrava a humilhação sofrida pelas vítimas.
Diante do exposto, denota-se a urgência de propostas governamentais que alterem esse quadro. Portanto, para o fim da problemática do preconceito linguístico no Brasil, além de campanhas conscientizadoras em mídias sociais acerca da importância do respeito às diferenças culturais e regionais, o governo federal, responsável por garantir a harmonia social, por meio do Mistério da Justiça, deve promover a implementação de leis mais rígidas e punições eficientes aos que insistem em disseminar o preconceito. A verba pode ser angariada com o redirecionamento de recursos, por exemplo, do Fundo Eleitoral, para a realização desses projetos, a fim de que todos sejam tratados igualmente, como afirma a Constituição Federal de 1988.
Primordialmente, é importante ressaltar que a discriminação linguística deriva da baixa atuação governamental no que concerne à criação de mecanismos que reduzam tais recorrências. Sendo assim, segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, a falta de atuação das autoridades resulta em sofrimento para muitos indivíduos que são alvo de preconceito por sua forma de falar, isso porque as leis existentes são ineficientes e, desse modo, não conseguem impedir essas atitudes preconceituosas, pois as punições não são aplicadas de forma efetiva e, consequentemente, alguns cidadãos propagam discursos de ódio, já que não temem as penalidades. Logo, faz-se necessária a reformulação dessa postural estatal de forma urgente.
Ademais, destaca-se a omissão midiática como um dos efeitos ligados ao preconceito linguístico. Nesse contexto, segundo o filósofo Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Dessa forma, observa-se que a mídia, ao invés de promover debates que elevem o nível de informação da população acerca do preconceito regional, infelizmente, influencia no silenciamento midiático, já que em redes sociais existem poucas discussões sobre a importância de respeitar as diferenças regionais. Dessa maneira, quando não há informação para conscientizar a população, têm-se consequências danosas, como a propagação de ideologias preconceituosas e o desrespeito alheio, o que agrava a humilhação sofrida pelas vítimas.
Diante do exposto, denota-se a urgência de propostas governamentais que alterem esse quadro. Portanto, para o fim da problemática do preconceito linguístico no Brasil, além de campanhas conscientizadoras em mídias sociais acerca da importância do respeito às diferenças culturais e regionais, o governo federal, responsável por garantir a harmonia social, por meio do Mistério da Justiça, deve promover a implementação de leis mais rígidas e punições eficientes aos que insistem em disseminar o preconceito. A verba pode ser angariada com o redirecionamento de recursos, por exemplo, do Fundo Eleitoral, para a realização desses projetos, a fim de que todos sejam tratados igualmente, como afirma a Constituição Federal de 1988.