- 14 Out 2024, 23:10
#135442
Na obra literária "Utopia", do filósofo Thomas Hobbes, tem-se uma sociedade perfeita, onde o corpo social se baseia no princípio da igualdade. Entretanto, no atual contexto brasileiro, percebe-se uma disparidade em relação à obra retratada, visto que os desafios para o combate ao preconceito linguístico persistem. Logo, nota-se que a desigualdade social e a influência midiática são agravantes do problema.
Diante desse cenário, a diversidade de classes sociais é um dos fatores que contribui do empasse. Em meados do século XVI, se iniciava o processo de colonização do Brasil, que durante 300 anos, desenvolveu uma assimetria econômica e social entre as regiões do país. Nesse sentido, parte da desigualdade social advém desse contexto histórico, uma vez que o desenvolvimento de regiões em detrimento de outras criou uma espécie de superioridade regional, visível nas discriminações desferidas contra as regiões subdesenvolvidas por parte das áreas aristocráticas. Assim, evidencia-se a necessidade de uma análise em torno da matriz da discrepância socioeconômica.
Ademais, a contribuição da mídia na manutenção dos preceitos linguísticos é perceptível. Nesse âmbito, a representação estereotipada de certos grupos por parte da mídia contribui para a fundamentação dos preconceitos linguísticos, dados que reforçam estigmas xenofóbicos em torno de certas comunidades. Sob esse viés, o caso da vencedora do "reality show" Big Brother Brasil, Juliette, que sofreu episódios de xenofobia e teve seu sotaque retratado como vulgar e cômico, exemplifica como a grande mídia é uma culpada. Logo, é perceptível haver uma inépcia em torno da discussão sobre a influência midiática sobre as massas.
Portanto, nota-se uma necessidade de diálogo no que concerne à resolução dos preconceitos linguísticos. Cabe ao Estado efetivar ações a fim de solucionar o problema, como a postagem de vídeos para conscientização nas redes sociais, explicando a origem dos preceitos e como eles são prejudiciais à sociedade. Desse modo, o panorama do preconceito linguístico poderá ser superado e, assim a nação verde e amarela dará o primeiro passo para a efetivação da narrativa do livro "Utopia".
Diante desse cenário, a diversidade de classes sociais é um dos fatores que contribui do empasse. Em meados do século XVI, se iniciava o processo de colonização do Brasil, que durante 300 anos, desenvolveu uma assimetria econômica e social entre as regiões do país. Nesse sentido, parte da desigualdade social advém desse contexto histórico, uma vez que o desenvolvimento de regiões em detrimento de outras criou uma espécie de superioridade regional, visível nas discriminações desferidas contra as regiões subdesenvolvidas por parte das áreas aristocráticas. Assim, evidencia-se a necessidade de uma análise em torno da matriz da discrepância socioeconômica.
Ademais, a contribuição da mídia na manutenção dos preceitos linguísticos é perceptível. Nesse âmbito, a representação estereotipada de certos grupos por parte da mídia contribui para a fundamentação dos preconceitos linguísticos, dados que reforçam estigmas xenofóbicos em torno de certas comunidades. Sob esse viés, o caso da vencedora do "reality show" Big Brother Brasil, Juliette, que sofreu episódios de xenofobia e teve seu sotaque retratado como vulgar e cômico, exemplifica como a grande mídia é uma culpada. Logo, é perceptível haver uma inépcia em torno da discussão sobre a influência midiática sobre as massas.
Portanto, nota-se uma necessidade de diálogo no que concerne à resolução dos preconceitos linguísticos. Cabe ao Estado efetivar ações a fim de solucionar o problema, como a postagem de vídeos para conscientização nas redes sociais, explicando a origem dos preceitos e como eles são prejudiciais à sociedade. Desse modo, o panorama do preconceito linguístico poderá ser superado e, assim a nação verde e amarela dará o primeiro passo para a efetivação da narrativa do livro "Utopia".