- 16 Out 2024, 20:09
#135591
A Constituição Federal de 1988 assegura a todos os indivíduos o direito de igualdade. No entanto, na prática, tal garantia é deturpada. Visto que, os desafios para combater o preconceito linguístico no Brasil ocorre não só por parte da cultura negativa dos cidadãos, mas também devido ao desmazelo estatal. Logo, faz-se necessário uma análise desse conjuntura, com o intuito de mitigar os entrames para a consolidação desse direito constitucional.
Diante desse contexto, não se pode esquecer, que a cultura negativa enraizada na sociedade potencializa o desafio de combater o preconceito linguístico no país. Nesse sentido, é válido enfatizar o poema "No meio do caminho", do poeta Carlos Drummond de Andrade, o qual, metaforicamente, direciona-se aos obstáculos encontrados na sociedade, dentre eles, o preconceito por parte dos cidadãos. Dessa forma, como grande parcela não reconhece o preconceito enraizado na sociedade, o exemplo na discriminação às variedades linguísticas de menor prestígio social, em razão do enraizamento do pensamento no qual apenas existe uma maneira certa de expressão. Desse modo, atitudes como exclusão e rejeição, além das consequências causadas ao indivíduo que sofre tal preconceito, como falta de autoestima e desenvolvimento de fobias sociais, podem colaborar para o aumento da xenofobia e problemas com si próprios, uma vez que são discriminados e rejeitados.
Outrossim, não se pode esquecer que a omissão estatal colabora para o desafio para combater o preconceito linguístico no Brasil. Segundo o líder espiritual Chico Xavier, quem pode e não ajuda o povo, é como se cometesse um crime contra toda a comunidade, ou seja, se o Estado não cumpre seu dever de fiscalizar e estar adiante disso, revela-se um processo antagônico. Sendo assim, a existência de políticas eficientes que visem irradicar essa negligência, a exemplo de leis que reconhecem a importância do aumento da cultura de conscientização a respeito das variedades linguísticas presentes no pais, portanto, a presença de obstáculos podem colaborar para a não efetivação do direito social.
Verifica-se, portanto, a necessidade de diminuir os desafios para o enfrentamento do preconceito linguístico no país, para isso, urge que o Ministério da Justiça e segurança pública, que tem por finalidade o estudo e a solução dos assuntos relacionados com a ordem jurídica, junto das mídias sociais e tradicionais, criem projetos e campanhas, por meio da divulgação de matérias didáticos e publicações periódicas em suas plataformas, como relatos e histórias de pessoas que viveram a discriminação, a fim de conscientizar os cidadãos sobre as variedades linguísticas.
Ademais, é imprescindível que o Poder Legislativo, por intermédio da Aprovação do Congresso Nacional, promova um projeto de lei que reconheça a importância do aumento de serviços que cubra grupos de pessoas de diversos grupos, regiões e nacionalidades, com objetivo de garantir o direito.
Diante desse contexto, não se pode esquecer, que a cultura negativa enraizada na sociedade potencializa o desafio de combater o preconceito linguístico no país. Nesse sentido, é válido enfatizar o poema "No meio do caminho", do poeta Carlos Drummond de Andrade, o qual, metaforicamente, direciona-se aos obstáculos encontrados na sociedade, dentre eles, o preconceito por parte dos cidadãos. Dessa forma, como grande parcela não reconhece o preconceito enraizado na sociedade, o exemplo na discriminação às variedades linguísticas de menor prestígio social, em razão do enraizamento do pensamento no qual apenas existe uma maneira certa de expressão. Desse modo, atitudes como exclusão e rejeição, além das consequências causadas ao indivíduo que sofre tal preconceito, como falta de autoestima e desenvolvimento de fobias sociais, podem colaborar para o aumento da xenofobia e problemas com si próprios, uma vez que são discriminados e rejeitados.
Outrossim, não se pode esquecer que a omissão estatal colabora para o desafio para combater o preconceito linguístico no Brasil. Segundo o líder espiritual Chico Xavier, quem pode e não ajuda o povo, é como se cometesse um crime contra toda a comunidade, ou seja, se o Estado não cumpre seu dever de fiscalizar e estar adiante disso, revela-se um processo antagônico. Sendo assim, a existência de políticas eficientes que visem irradicar essa negligência, a exemplo de leis que reconhecem a importância do aumento da cultura de conscientização a respeito das variedades linguísticas presentes no pais, portanto, a presença de obstáculos podem colaborar para a não efetivação do direito social.
Verifica-se, portanto, a necessidade de diminuir os desafios para o enfrentamento do preconceito linguístico no país, para isso, urge que o Ministério da Justiça e segurança pública, que tem por finalidade o estudo e a solução dos assuntos relacionados com a ordem jurídica, junto das mídias sociais e tradicionais, criem projetos e campanhas, por meio da divulgação de matérias didáticos e publicações periódicas em suas plataformas, como relatos e histórias de pessoas que viveram a discriminação, a fim de conscientizar os cidadãos sobre as variedades linguísticas.
Ademais, é imprescindível que o Poder Legislativo, por intermédio da Aprovação do Congresso Nacional, promova um projeto de lei que reconheça a importância do aumento de serviços que cubra grupos de pessoas de diversos grupos, regiões e nacionalidades, com objetivo de garantir o direito.