Diante desse contexto, a pouca infraestrutura presente nas áreas de maior pobreza, deixa a população vítima de qualquer crise hídrica que possa acontecer, assim diminuindo a qualidade de vida dessas pessoas e não permitindo o desenvolvimento do país, já que muitas das vezes o esgoto é em céu aberto e na escassez de água os primeiros a sentir os efeitos são moradores de menor renda. Ademais, segundo pesquisas feita pela ONU (Organização das Nações Unidas), afirma que cada pessoa necessariamente deveria ter entre 50 a 100 litros de água, o que muitas das vezes não acontece nas periferias, entretanto em lugares de maior riqueza usam-se grandes quantidades desse recurso. Assim sendo inaceitável em uma terra reconhecida pela abundância de rios, lagos e aquíferos.
Nesse sentido, a falta de conhecimento da importância da água e as graves ações que afetam ela, como desmatamento de regiões perto de nascentes, poluição de locais e o desperdício da mesma causa muitas crises hídricas, que impactam a população, muitas leis já foram discutidas e colocadas em vigor, porém a falta de atitude e a prática delas acaba sendo ineficiente nesse sentido. Além disso, conforme dados divulgados no site de notícia da Globo, os desmatamentos continuam aumentando, em cerca de 120% do ano de 2023, no Pantanal, grande responsável por criar umidade e consequentemente chuva, com a diminuição de área verde há maior tendência de alguma seca se causada. Logo, se torna contraditório isso em um país responsável por grandes matas e pela sua natureza.
A partir dos argumentos supracitados, pode-se afirmar que o Ministério do Meio Ambiente junto da Secretaria de Saneamento Básico, responsáveis pelo cuidado da fauna e a flora, e da infraestrutura básica para a população, respectivamente, deve introduzir práticas mais rígidas e conscientização da população, por meio de leis e campanhas onde ensinam sobre a importância e como utilizar a água conscientemente, para que assim tenha maior equilíbrio no uso geral das pessoas, independentemente da renda, e ecológico, deste modo cumprindo os direitos que a Constituição Federal de 1988 garante em seus artigos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
O texto apresenta algumas falhas gramaticais, como "pesquisas feita" (deveria ser "feitas") e a construção "a pouca infraestrutura presente nas áreas de maior pobreza, deixa" que poderia ser mais clara sem a vírgula. Para melhorar a coesão, sugiro reorganizar as ideias em parágrafos mais curtos e focados. A proposta de intervenção pode ser mais detalhada; por exemplo, especificar como as campanhas poderiam ser realizadas nas comunidades. Além disso, integrar dados estatísticos ao longo do texto ajudaria a fortalecer os argumentos apresentados.
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