- 29 Out 2024, 16:49
#137409
Na obra "Utopia", de Thomas More, é retratada uma sociedade no qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. Todavia, a falta de garantia de acesso à cidadania no Brasil apresentam divergências em relação à tese do escritor inglês. Esse cenário é fruto principalmente da negligência estatal e insuficiência midiática. Logo, medidas são necessárias para alterar esse quadro.
Nesse sentido, o filósofo Thomas Hobbes em seu livro "Leviatã", defende a incumbência da entidade do estado - representada por um monstro marinho - em proporcionar meios que visem a harmonia social. Entretanto, nota-se que essa perspectiva não se concretiza na atualidade, haja vista a invisibilidade das pessoas que não possuem uma documentação pessoal e os desafios que enfrentam para consegui-los, onde se percebe a omissão governamental acerca da escassez de fiscalização e aplicação de leis que garantem o direito de homens, mulheres e crianças a terem seu registro.
Ademais, destaca-se o silenciamento midiático como um dos fatores vinculados a questão. Para Sartre, "toda palavra tem consequências, todo silêncio, também". Em outras palavras, a mídia tem sido pouco democrática em relação ao acesso e a garantia de ser cidadão no Brasil, possibilitando o aumento da problemática. No contexto, significa que caso a falta de recursos - como documentários nas redes - não promova à pessoa o pleno conhecimento da realidade que está inserida, ela será incapaz de assumir a plena defesa pelo coletivo.
Portanto, é irrefutável a importância da mídia como disseminadora de informações e o poder do Estado na resolução do problema. Urge que o Estado, responsável pela promoção do bem comum, intervenha por meio da elaboração de uma legislação que promova uma alternativa para aqueles que não conseguem possuir sua cidadania. Desse modo, esse desafio será amenizado na contemporaneidade.
Nesse sentido, o filósofo Thomas Hobbes em seu livro "Leviatã", defende a incumbência da entidade do estado - representada por um monstro marinho - em proporcionar meios que visem a harmonia social. Entretanto, nota-se que essa perspectiva não se concretiza na atualidade, haja vista a invisibilidade das pessoas que não possuem uma documentação pessoal e os desafios que enfrentam para consegui-los, onde se percebe a omissão governamental acerca da escassez de fiscalização e aplicação de leis que garantem o direito de homens, mulheres e crianças a terem seu registro.
Ademais, destaca-se o silenciamento midiático como um dos fatores vinculados a questão. Para Sartre, "toda palavra tem consequências, todo silêncio, também". Em outras palavras, a mídia tem sido pouco democrática em relação ao acesso e a garantia de ser cidadão no Brasil, possibilitando o aumento da problemática. No contexto, significa que caso a falta de recursos - como documentários nas redes - não promova à pessoa o pleno conhecimento da realidade que está inserida, ela será incapaz de assumir a plena defesa pelo coletivo.
Portanto, é irrefutável a importância da mídia como disseminadora de informações e o poder do Estado na resolução do problema. Urge que o Estado, responsável pela promoção do bem comum, intervenha por meio da elaboração de uma legislação que promova uma alternativa para aqueles que não conseguem possuir sua cidadania. Desse modo, esse desafio será amenizado na contemporaneidade.