Nessa perspectiva, é imprescindível dizer que o descaso governamental influencia diretamente nesse problema. Nesse contexto, é viável citar a obra de Gilberto Dimestein, "O cidadão de papel", onde é retratado como as normas nos documentos oficiais não são cumpridos, expondo exatamente a realidade brasileira, visto que a inclusão na educação é negligenciada devido à falta de fiscalização no bem-estar dos alunos que possui algum tipo de deficiência.
Outrossim, é a falta da consciência educacional que também interfere na inserção desses alunos no ambiente escolar. Bem como, já abordado pelo pai da pedagogia, Paulo Freire, "A inclusão acontece quando se aprende com diferentes e não com os iguais", nesse âmbito, é necessário um conhecimento por parte da sociedade, para uma possível mitigação do estigma existente na integração dessas pessoas.
Diante dos fatos retratados, percebe-se que medidas devem ser tomadas para a solução desse dilema. Nesse sentido, é crucial que o Governo Federal, órgão responsável pela administração do país, elabore projetos de inclusão educacional, concretizando e ampliando a fiscalização de políticas existentes, a fim de garantir o direito dos alunos que possuam alguma deficiência. Além disso, o Ministério a Educação, órgão responsável por promover o ensino de qualidade no país, pode promover palestras e oficinas lúdicas nas escolas sobre a importância da inclusão na educação, fomentando a consciência educacional desde cedo. Assim, será possível evidenciar e mitigar os desafios da inclusão dos alunos com deficiência em um ambiente escolar.
-
C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
-
C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
-
C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
-
C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
-
C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
O texto apresenta algumas falhas gramaticais, como "a falta da consciência educacional" que poderia ser reescrito para "a falta de consciência educacional", evitando a preposição desnecessária. Além disso, a argumentação pode ser mais clara se os parágrafos forem melhor organizados. Por exemplo, comece o último parágrafo com uma afirmação direta sobre a necessidade de ação governamental antes de detalhar as propostas. Para fortalecer a proposta de intervenção, elabore mais sobre o agente e o meio: especifique como as oficinas serão implementadas nas escolas e quem será responsável por elas.
Para uma correção mais robusta e comentários mais detalhados, use o Selo de Apoiador clicando no botão Desbloquear (logo acima) ou conquiste o Selo de Prioritário interagindo com outros usuários.
Anajulia0212 escreveu:A Constituição Federal, homologada em 1988, lei suprema do país, garante em seu Artigo 5.°, que "todos são iguais perante a lei". Contudo, no cenário brasileiro encontram-se desafios para a inclusão das pessoas com deficiência no ambiente escolar, fato que retrata visivelmente a não concretização desse documento. Ademais, isso ocorre devido a inoperância do governo e a falta de consciência educacional da sociedade. Dessa forma, faz-se necessária a discussão acerca dessa problemática.
Nessa perspectiva, é imprescindível dizer que o descaso governamental influencia diretamente nesse problema. Nesse contexto, é viável citar a obra de Gilberto Dimestein, "O cidadão de papel", onde é retratado como as normas nos documentos oficiais não são cumpridos, expondo exatamente a realidade brasileira, visto que a inclusão na educação é negligenciada devido à falta de fiscalização no bem-estar dos alunos que possui algum tipo de deficiência.
Outrossim, é a falta da consciência educacional que também interfere na inserção desses alunos no ambiente escolar. Bem como, já abordado pelo pai da pedagogia, Paulo Freire, "A inclusão acontece quando se aprende com diferentes e não com os iguais", nesse âmbito, é necessário um conhecimento por parte da sociedade, para uma possível mitigação do estigma existente na integração dessas pessoas.
Diante dos fatos retratados, percebe-se que medidas devem ser tomadas para a solução desse dilema. Nesse sentido, é crucial que o Governo Federal, órgão responsável pela administração do país, elabore projetos de inclusão educacional, concretizando e ampliando a fiscalização de políticas existentes, a fim de garantir o direito dos alunos que possuam alguma deficiência. Além disso, o Ministério a Educação, órgão responsável por promover o ensino de qualidade no país, pode promover palestras e oficinas lúdicas nas escolas sobre a importância da inclusão na educação, fomentando a consciência educacional desde cedo. Assim, será possível evidenciar e mitigar os desafios da inclusão dos alunos com deficiência em um ambiente escolar.