Diante desse cenário, percebe-se que a falha estatal retarda o progresso no combate a essa adversidade. De acordo com Jhon Locke, filósofo inglês, os cidadãos cedem sua confiança ao Estado, que por outro lado, deve garantir os direitos básicos a eles. Todavia, esse aspecto não está sendo evidenciado, pois as escolas públicas, em sua maioria, não contam com uma estrutura capaz de proporcionar uma boa didática -a exemplo de laboratórios de informática e bibliotecas- o que ocasiona um desinteresse entre os alunos para estudar. Desse modo, é inadmissível que em um país cuja bandeira expressa "progresso", ter uma alta taxa de analfabetismo devido, principalmente, à falta de investimentos na formação básica.
Além disso, a desigualdade acerca da sociedade, dificulta para que tal panorama seja revertido. Segundo Ariano Suassuna, pensador brasileiro, o território nacional está dividido em dois países distintos: o dos privilégiados e o dos despossuídos. Sob essa lógica, parte da população que vive em situação de extrema pobreza, não possui recursos para garantir a subsistência, uma vez que o dinheiro está centralizado em uma pequena massa, e, por isso, os sujeitos têm a necessidade de abandonar as escolas para trabalhar e conquistar o essencial: a alimentação. Logo, fica evidente que para solucionar o revés é necessário romper com a injusta estrutura social.
Portanto, é urgente que os desafios da alfabetização no Brasil sejam mitigados. Cabe ao Ministério da Educação (MEC) -órgão responsável pela administração dos aspectos educacionais do país- destinar maiores recursos ao ensino básico por meio de verbas públicas, a fim de prover melhor estrutura para atrair os alunos e, então, incentivar o letramento. É preciso, também que o Governo Federal por intermédio da alteração na Lei do Aprendiz, expanda a cota do Programa Jovem Aprendiz para impedir evasão escolar por motivos financeiros. Fazendo isso, espera-se concretizar o que propõe a Carta Magna.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
O texto apresenta boa argumentação, mas alguns trechos podem ser melhorados para aumentar a clareza e a coesão. Por exemplo, ao invés de "a falha estatal retarda o progresso no combate a essa adversidade", poderia-se reescrever como "a ineficiência do Estado dificulta o avanço na superação dessa problemática". Além disso, é importante detalhar mais a proposta de intervenção: ao mencionar "expanda a cota do Programa Jovem Aprendiz", seria interessante explicar como isso pode ser feito (ex: aumento da carga horária ou parcerias com empresas). Isso fortaleceria sua proposta.
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