Analogamente, esse preceito assemelha-se à luta cotidiana em relação a intolerância religiosa no Brasil, visto que é uma pauta recorrente na sociedade. Dessa maneira, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido á ignorância, mas também por questões educacionais diante desse quadro alarmante.
Em primeiro plano, é lícito pautar a ausência de medidas governamentais para combater a ignorância social. Sob a perspectiva do filósofo São Thomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos, e têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelo Estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades são mínimos aqueles que de fato compreendem as crenças e práticas de outras religiões, o que pode desenvolver certo preconceito e intolerância.
Ademais, as questões educacionais também podem ser apontadas como promotoras do empecilho. Nesse panorama, conforte o filósofo inglês Thomas Hobbes, a intervenção estatal é necessária como forma de proteção aos cidadãos de forma eficaz. Entretanto, ao observar o contexto brasileiro, especificamente quando se trata da intolerância religiosa, entende-se que o Estado ainda é precário em ações, na medida em que não disponibiliza recursos para combater o dilema, sobressaindo o fanatismo religioso, no qual algumas pessoas interpretam erroneamente sua religião como superior às demais e justificam a discriminação com base nessa crença.
Portanto, é essencial a atuação social e estatal para que tais obstáculos sejam superados. Assim o Tribunal de Contas da União, deve direcionar capital que, por intermédio do Ministério da Educação, será revertido em estudos direcionados à educação religiosa, através de estudos e palestrar, com o objetivo de formas seres humanos mais tolerantes e sábios. Dessa forma, serão efetivadas e aplicadas as ideias de São Thomás de Aquino e Thomas Hobbes na sociedade brasileira, construindo assim, um país mais democrático.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
A redação apresenta erros como o uso incorreto de "á" em vez de "à" e a ausência de vírgula antes de "entretanto". Sugere-se corrigir para "à ignorância" e inserir uma vírgula antes de conectivos adversativos. A organização dos argumentos é clara, mas a coesão pode ser melhorada com mais conectivos, como “além disso”. Na proposta, faltou detalhamento no meio. Poderia incluir ações específicas do Ministério da Educação para aprimorar o plano.
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