Primeiramente, vale ressaltar que a débil ação do Poder Público possui íntima relação com o revés. Acerca disso, Thomas Hobbes, em seu livro "O Leviatã", defende a obrigação do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso do corpo social. As autoridades, todavia, vão de encontro com a ideia de Hobbes, uma vez que possuem um papel inerte em relação à violência direcionada a um indivíduo em função de crença são crimes inafiançáveis. Assim, as vítimas vivem à margem da sociedade, pois carecem de politicas públicas eficazes, como a liberdade de expressão. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.
Ademais, uma grande parte da população revela-se inconsciente perante tal infortúnio. Sobre isso, a pensadora Djamila Ribeiro afirma que para atuar em uma situação deve-se, antes de tudo, tirá-la da invisibilidade. De maneira análoga, percebe-se que a intolerância religiosa, encontra um forte alicerce na estagnação social. Essa situação, por não ser vista pelo círculo social, não mensura como a intolerância religiosa causa, como a vulnerabilidade mental e social. Logo, é essencial que essa nebulosidade seja exposta para conscientizar a sociedade.
Fica evidente, portanto, a necessidade de superar esses preceitos que atestam, sobretudo, um cenário intolerante. Destarte, o Estado, como promotor do bem estar-social, com o apoio dos órgãos da comunicação, responsável pela conscientização, desenvolverem medidas destinadas à pasta, que ofereçam visibilidade à temática. Essa ação será realizada com o intuito de dar visibilidade para a importância do combate a intolerância religiosa, para que também, a sociedade não naturalize a inoperância que a permeia. Dessa maneira, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição, como uma realidade.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros gramaticais incluem "quando se observa os caminhos" (corrigir para "observam-se"), "vão de encontro com a ideia" (corrigir para "vão de encontro à ideia"), e falta de concordância em "um indivíduo em função de crença são crimes inafiançáveis". Sugiro reescrever como "crimes inafiançáveis cometidos contra indivíduos por suas crenças". Na proposta, detalhar ações específicas do Estado e órgãos de comunicação. Use conectivos mais variados para melhorar a coesão, como “além disso” ou “por conseguinte”.
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Primeiramente, vale ressaltar que a débil ação do Poder Público possui íntima relação com o revés. Acerca disso, Thomas Hobbes, em seu livro "O Leviatã", defende a obrigação do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso do corpo social. As autoridades, todavia, vão de encontro com a ideia de Hobbes, uma vez que possuem um papel inerte em relação à violência direcionada a um indivíduo em função de crença são crimes inafiançáveis. Assim, as vítimas vivem à margem da sociedade, pois carecem de politicas públicas eficazes, como a liberdade de expressão. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.
Ademais, grande parte da população demonstra-se inconsciente diante desse infortúnio. Sobre isso, a pensadora Djamila Ribeiro afirma que, para atuar em determinada situação, é necessário, antes de tudo, tirá-la da invisibilidade. De maneira análoga, percebe-se que a intolerância religiosa encontra um forte alicerce na estagnação social. Isso ocorre porque, ao não ser amplamente debatida, essa problemática acaba sendo negligenciada pelo círculo social. Logo, é essencial que essa invisibilidade seja rompida, a fim de conscientizar a sociedade sobre a gravidade da questão.
Fica evidente, portanto, a necessidade de superar esses preceitos que atestam, sobretudo, um cenário intolerante. Destarte, o Estado, como promotor do bem estar-social, com o apoio dos órgãos da comunicação, responsável pela conscientização, desenvolverem medidas destinadas à pasta, que ofereçam visibilidade à temática. Essa ação será realizada com o intuito de dar visibilidade para a importância do combate a intolerância religiosa, para que também, a sociedade não naturalize a inoperância que a permeia. Dessa maneira, os brasileiros verão o direito garantido pela Constituição, como uma realidade.