- 21 Jul 2025, 11:52
#149381
Segundo a Constituição Federal Art 5° é direito do cidadão exercer da liberdade de crença e do livre exercício de culto religioso. Todavia, nota-se no contexto social brasileiro a disparidade entre o que é lei e o que é colocado em prática, pois a invisibilidade da intolerância religiosa é presente juntamente com a negligência governamental que agrava o entrave. Portanto, é necessário que novas ações eficientes sejam criadas.
Outrossim, é perceptível a intensificação da invisibilidade do preconceito de fé majoritariamente em escolas e em instituições públicas aonde não há monitoramento competente para tentar reverter o agravante, causando traumas e negligenciando a saúde mental do jovem e adolescente. Vale ressaltar, que a Fundação Oswaldo Cruz afirma que a discriminação e a exclusão por motivos de prática espiritual impactam a saúde mental do jovem gerando ansiedade, baixa autoestima e depressão. Visto isso, é urgente que os órgãos responsáveis assegurem apoio emocional e supervisão constante para evitar o caso.
A princípio, a ineficiência da máquina pública é a maior causadora do crescente aumento de casos preconceituosos, pois em meio a todos esses agravantes não se prontificam em tentar mudar o cenário, deixando ambientes de acesso comum sem atendimento psicológico e descumprindo o dever pautado na Constituição. Diante disso, a ONU relata que o Brasil sofre com a omissão estatal diante da intolerância religiosa com a falta de políticas sociais eficazes revelando uma gestão incompetente.
Dessarte, é necessário que o MPF juntamente com o SUS criem contribuições para promover suporte a todos como a fiscalização por meio de autoridades visando cumprir o dever legislativo e a promoção do suporte emocional em locais abertos. Entretanto, essas iniciativas podem ser acompanhadas de campanhas como palestras e a criação de programas educativos que visem construir conscientização e respeito. Logo, a diminuição nas escalas de problemas emocionais seriam perceptíveis e diante disso, o corpo social brasileiro não seria mais alvo de críticas mundiais pela omissão estatal.
Outrossim, é perceptível a intensificação da invisibilidade do preconceito de fé majoritariamente em escolas e em instituições públicas aonde não há monitoramento competente para tentar reverter o agravante, causando traumas e negligenciando a saúde mental do jovem e adolescente. Vale ressaltar, que a Fundação Oswaldo Cruz afirma que a discriminação e a exclusão por motivos de prática espiritual impactam a saúde mental do jovem gerando ansiedade, baixa autoestima e depressão. Visto isso, é urgente que os órgãos responsáveis assegurem apoio emocional e supervisão constante para evitar o caso.
A princípio, a ineficiência da máquina pública é a maior causadora do crescente aumento de casos preconceituosos, pois em meio a todos esses agravantes não se prontificam em tentar mudar o cenário, deixando ambientes de acesso comum sem atendimento psicológico e descumprindo o dever pautado na Constituição. Diante disso, a ONU relata que o Brasil sofre com a omissão estatal diante da intolerância religiosa com a falta de políticas sociais eficazes revelando uma gestão incompetente.
Dessarte, é necessário que o MPF juntamente com o SUS criem contribuições para promover suporte a todos como a fiscalização por meio de autoridades visando cumprir o dever legislativo e a promoção do suporte emocional em locais abertos. Entretanto, essas iniciativas podem ser acompanhadas de campanhas como palestras e a criação de programas educativos que visem construir conscientização e respeito. Logo, a diminuição nas escalas de problemas emocionais seriam perceptíveis e diante disso, o corpo social brasileiro não seria mais alvo de críticas mundiais pela omissão estatal.
- 13 Ago 2025, 16:30
#152080
Eiii! Gostei de você trazer o tema relevante e conectar leis, saúde mental e ações públicas. Pontos fortes: identificação do problema da intolerância religiosa, uso de fontes (Constituição, Fundação Oswaldo Cruz, ONU) e proposta de intervenção com agentes e ações. Vou direto às notas:
C1 (Norma-Padrão): 160
- Existem alguns problemas de pontuação, concordância e escolhas vocabulares (por ex., “exercer da liberdade”; “em escolas e em instituições públicas aonde”; vírgulas que poderiam ser ajustadas). Não há erros graves que comprometam a leitura, mas há mais de 6 erros leves.
C2 (Compreensão do tema e organização): 160
- Explora o tema e estrutura em forma dissertativo-argumentativa, com introdução e desenvolvimento. Falta uma conclusão mais objetiva e uma linha de argumentação mais coesa em alguns trechos.
C3 (Seleção/organização de informações): 120
- Usa fontes e dados, mas há repetição de ideias (inteligível, porém dispersa). A relação entre problemas e propostas poderia ficar mais clara e enfocada.
C4 (Coesão/Coerência): 120
- Uso de conectivos é adequado em parte, mas a progressão lógica pode falhar em alguns trechos, com orações longas e mudanças abruptas de tópico.
C5 (Proposta de intervenção): 160
- Apresenta agentes (MPF, SUS), ações (fiscalização, suporte emocional) e meios (campanhas, programas educativos). Falta detalhamento suficiente de cada elemento (p.ex., quem, onde, quando, meios de financiamento) para obter nota máxima.
Observação final: Acima de 450 caracteres? Sim, parece ok.
Comentário: você aborda um tema importante com base em fontes relevantes e sugere ações reais, mas fortaleça a coesão entre parágrafos, refine a norma-padrão e detalhe melhor a intervenção para atingir a nota máxima.
Nota total: 600 (C1: 160, C2: 160, C3: 120, C4: 120, C5: 160).
C1 (Norma-Padrão): 160
- Existem alguns problemas de pontuação, concordância e escolhas vocabulares (por ex., “exercer da liberdade”; “em escolas e em instituições públicas aonde”; vírgulas que poderiam ser ajustadas). Não há erros graves que comprometam a leitura, mas há mais de 6 erros leves.
C2 (Compreensão do tema e organização): 160
- Explora o tema e estrutura em forma dissertativo-argumentativa, com introdução e desenvolvimento. Falta uma conclusão mais objetiva e uma linha de argumentação mais coesa em alguns trechos.
C3 (Seleção/organização de informações): 120
- Usa fontes e dados, mas há repetição de ideias (inteligível, porém dispersa). A relação entre problemas e propostas poderia ficar mais clara e enfocada.
C4 (Coesão/Coerência): 120
- Uso de conectivos é adequado em parte, mas a progressão lógica pode falhar em alguns trechos, com orações longas e mudanças abruptas de tópico.
C5 (Proposta de intervenção): 160
- Apresenta agentes (MPF, SUS), ações (fiscalização, suporte emocional) e meios (campanhas, programas educativos). Falta detalhamento suficiente de cada elemento (p.ex., quem, onde, quando, meios de financiamento) para obter nota máxima.
Observação final: Acima de 450 caracteres? Sim, parece ok.
Comentário: você aborda um tema importante com base em fontes relevantes e sugere ações reais, mas fortaleça a coesão entre parágrafos, refine a norma-padrão e detalhe melhor a intervenção para atingir a nota máxima.
Nota total: 600 (C1: 160, C2: 160, C3: 120, C4: 120, C5: 160).