- 21 Jul 2025, 18:06
#149412
Em 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes da história do Brasil: A Constituição Cidadã, cujo conteúdo assegura o direito a liberdade e a uma vida digna a todos. Todavia, o aumento de casos registrados de agressão à mulher ao contrário do que prevê a Carta Magna, representa grave mazela para as mulheres que são vítimas de agressão, que após esse acontecimento em sua vida deixa marcas profundas onde muitas ficam com traumas, medo de ter outro relacionamento abusivo a até de sair de casa. Assim a solução do problema exige que se combata não apenas a omissão da sociedade, mas também a inércia do Estado.
Diante desse cenário, a falta de cuidado da população acerca dos casos recorrentes de feminicídio, violência doméstica. Sobre isso, Jean-Paul Sartre, em sua obra "O Ser e o nada", afirma que as sociedades modernas evitam debater temas sensíveis, o que ficou conhecido como acomodação social. Nessa lógica, todo dia um número elevado de cidadãs sofrem agressão ou até mesmo a morte simplesmente pelo fato de serem mulheres, o que simboliza uma dessas problemáticas não debatidas, o que acarreta impactos na população brasileira de inúmeras formas. Logo, enquanto a omissão do povo for a regra o direito a uma vida digna será a exceção.
Ademais, o filósofo italiano Norberto Bobbio afirmava ser do Estado a dupla função de garantir direitos no texto da Lei e assegurar que o cidadão o teria aplicado na prática. Entretanto, a ideologia de Bobbio, embora seja o ideal para o Brasil representa uma realidade distante.
É urgente, portanto, que os Ministérios da Educação, da Justiça e Segurança Pública juntamente com as escolas devem combater a alienação da sociedade acerca da agressão à mulher que está se tornando cada vez mais frequente, por meio de projetos pedagógicos e comunitários, como palestras para as meninas que mostrem de fato os indícios de como a violência costuma começar, os tipos de violências, formas de evitar para se precaver, meios de denúncias e para os meninos de conscientização para que eles não cometam nenhum caso de feminicídio,violência doméstica futuramente. Essa iniciativa terá a finalidade de mobilizar povo e Estado na resolução da problemática que afeta o direito a liberdade e de todos os cidadãos terem uma vida digna. Assim, o Brasil poderá enfim, usufruir dos benefícios previstos em 1988.
Diante desse cenário, a falta de cuidado da população acerca dos casos recorrentes de feminicídio, violência doméstica. Sobre isso, Jean-Paul Sartre, em sua obra "O Ser e o nada", afirma que as sociedades modernas evitam debater temas sensíveis, o que ficou conhecido como acomodação social. Nessa lógica, todo dia um número elevado de cidadãs sofrem agressão ou até mesmo a morte simplesmente pelo fato de serem mulheres, o que simboliza uma dessas problemáticas não debatidas, o que acarreta impactos na população brasileira de inúmeras formas. Logo, enquanto a omissão do povo for a regra o direito a uma vida digna será a exceção.
Ademais, o filósofo italiano Norberto Bobbio afirmava ser do Estado a dupla função de garantir direitos no texto da Lei e assegurar que o cidadão o teria aplicado na prática. Entretanto, a ideologia de Bobbio, embora seja o ideal para o Brasil representa uma realidade distante.
É urgente, portanto, que os Ministérios da Educação, da Justiça e Segurança Pública juntamente com as escolas devem combater a alienação da sociedade acerca da agressão à mulher que está se tornando cada vez mais frequente, por meio de projetos pedagógicos e comunitários, como palestras para as meninas que mostrem de fato os indícios de como a violência costuma começar, os tipos de violências, formas de evitar para se precaver, meios de denúncias e para os meninos de conscientização para que eles não cometam nenhum caso de feminicídio,violência doméstica futuramente. Essa iniciativa terá a finalidade de mobilizar povo e Estado na resolução da problemática que afeta o direito a liberdade e de todos os cidadãos terem uma vida digna. Assim, o Brasil poderá enfim, usufruir dos benefícios previstos em 1988.
- 13 Ago 2025, 17:14
#152104
Eiii! Você abordou o tema com foco na violência contra a mulher e conectou à Constituição de 1988, trazendo referências históricas e a necessidade de ação educativa. Pontos fortes: relação entre omissão social e violência, ideia de intervenção educativa e menção a direitos humanos. Vou às notas:
- C1 (Norma-Padrão): 80
Principais erros: concordância, pontuação e regência (ex.: “a uma vida digna a todos”, uso inadequado de vírgulas; fragmentos como “violência doméstica.”; repetição desnecessária de termos). Vale revisar para ficar mais claro e formal.
- C2 (Domínio do tema e organização): 120
Boa compreensão do tema e estrutura Dissertação-argumentativa, com introdução, desenvolvimento e conclusão, porém há saltos conceituais (Sartre/Bobbio) sem integração suficiente e problemas de coesão entre ideias.
- C3 (Seleção/organização de informações): 120
Argumentos selecionados, mas a organização ficaria mais forte se houvesse uma linha de raciocínio mais estável e exemplos ou dados para sustentar as afirmações.
- C4 (Coesão/Coerência): 120
Uso de conectivos presentes, porém a progressão entre ideias pode melhorar: algumas orações estão soltas; pontuação e ligações entre parágrafos carecem de fluidez.
- C5 (Proposta de intervenção): 120
Possui ideia de intervenção com agentes (Ministérios/Escolas) e ações (projetos, palestras), mas falta detalhamento claro de finalidade e meios de implementação; não ficam explícitos todos os elementos (agente, ação, meio, finalidade bem articulados). Poderia detalhar metas, prazo e indicadores.
Total sugerido: 600 (C1: 80, C2: 120, C3: 120, C4: 120, C5: 120)
Observação: a redação tem menos de 450 caracteres? Não; está acima do mínimo.
Comentário: Você conseguiu apontar a gravidade do tema e a necessidade de intervenção educativa, mas precisa revisar a norma padrão e estruturar melhor a intervenção com mais dados e conexão entre as ideias. Continue praticando
- C1 (Norma-Padrão): 80
Principais erros: concordância, pontuação e regência (ex.: “a uma vida digna a todos”, uso inadequado de vírgulas; fragmentos como “violência doméstica.”; repetição desnecessária de termos). Vale revisar para ficar mais claro e formal.
- C2 (Domínio do tema e organização): 120
Boa compreensão do tema e estrutura Dissertação-argumentativa, com introdução, desenvolvimento e conclusão, porém há saltos conceituais (Sartre/Bobbio) sem integração suficiente e problemas de coesão entre ideias.
- C3 (Seleção/organização de informações): 120
Argumentos selecionados, mas a organização ficaria mais forte se houvesse uma linha de raciocínio mais estável e exemplos ou dados para sustentar as afirmações.
- C4 (Coesão/Coerência): 120
Uso de conectivos presentes, porém a progressão entre ideias pode melhorar: algumas orações estão soltas; pontuação e ligações entre parágrafos carecem de fluidez.
- C5 (Proposta de intervenção): 120
Possui ideia de intervenção com agentes (Ministérios/Escolas) e ações (projetos, palestras), mas falta detalhamento claro de finalidade e meios de implementação; não ficam explícitos todos os elementos (agente, ação, meio, finalidade bem articulados). Poderia detalhar metas, prazo e indicadores.
Total sugerido: 600 (C1: 80, C2: 120, C3: 120, C4: 120, C5: 120)
Observação: a redação tem menos de 450 caracteres? Não; está acima do mínimo.
Comentário: Você conseguiu apontar a gravidade do tema e a necessidade de intervenção educativa, mas precisa revisar a norma padrão e estruturar melhor a intervenção com mais dados e conexão entre as ideias. Continue praticando