Diante desse panorama, é perceptível que o trabalho precário é um dos principais fatores que afetam a segurança das mulheres. Como aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, elas ganham, em média 77,7% do salário dos homens. Isso faz com que parte significativa feminina enfrente baixos salários, maior dificuldade de ascensão profissional e maior exposição a violência no trabalho. Por consequência, essa parcela da sociedade é refém, muitas vezes, de relacionamentos abusivos em troca de melhor estabilidade financeira, fator preocupante, umas vez que tornam-se vulneráveis a agressões tanto verbais quanto físicas no ambiente domiciliar. Nesse sentido, é fundamental modificar esse contexto e desenvolver uma forte política pública de reparo.
Além disso, a exclusão social aprofunda a desigualdade, pois mulheres de baixa renda enfrenta barreiras que restrigem o acesso à educação de qualidade, que acarretam à ocorrência de fatores, bem como a ausência de espaços de poder e decisão política. Sob esse viés, ao explicar em “A Revolução Burguesa no Brasil”, Florestan Fernandes afirma que a elite econômica mantém privilégios que dificultam a mobilidade social. Em suma, se o Governo Federal se omite de enfrentar tal quadro danoso, entende-se o porquê de sua perpetuação.
Portanto, para reduzir e solucionar esses desafios no Brasil, é necessário que o Governo Federal, em parceria com o Ministério das Mulheres, invista em campanhas de valorização social, o que pode ser feito por meio da destinação de verbas para a capacitação profissional, além de auditorias para garantir a correta aplicação de recursos. Paralelamente, o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), deve expandir políticas de promoção e manutenção dos direitos civis, que assegurem-lhes condições de igualdade e liberdade social. Essa ação pode, ainda contar com supervisionamento periódico, q fim de atenuar a exclusão existente. Por fim, essas ações serão responsáveis por impedir a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Na Competência 1, há erros como "encara" em vez de "encaram", "umas vez" em vez de "uma vez", e "restrigem" em vez de "restringem". Corrija para "Mulheres de baixa renda e oriundas do interior encaram desafios". Na Competência 3, a argumentação é boa, mas poderia ser mais aprofundada com dados adicionais. Na Competência 4, a coesão é adequada, mas a frase "essa ação pode, ainda contar" precisa de ajuste: "essa ação pode, ainda, contar". Na Competência 5, a proposta de intervenção é clara, mas falta detalhamento em como as auditorias serão realizadas.
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