Em primeira análise, deve-se entender o papel da educação de crianças e adolescentes como uma primeira via para o enfrentamento dessa questão. Segundo o ativista indiano Mahatma Gandhi, "a intolerância religiosa é uma doença da alma que só pode ser curada com amor, compaixão e educação". Nesse contexto, é notório que o ato de educar é uma aliada no combate a essa problemática. Dessa forma, ao ensinar uma criança ou adolescente, ela aprende assuntos que desmistificam e quebram os preconceitos já enraizados, transformando aquela pessoa em um ser consciente e respeitoso. Logo, educar torna-se um caminho viável para luta contra esse empecilho.
Em segunda análise, é necessário ter em mente que a melhoria na fiscalização é um meio para enfrentar essa intransigência. Em 1997, entrou em vigor no Brasil a lei que torna a intolerância religiosa crime. Porém, mesmo sendo protegido por lei, ainda há inúmeros casos sendo registrados diariamente. A partir disso, nota-se como é necessário ter um endurecimento na fiscalização dessa ocorrência. Nessa perspectiva, com a falta dessa ação há a crença que não haverá punição pelos atos de perseguição religiosa, transformando o que poderia ser uma solução em um dos problemas. Assim, melhorar o ato de fiscalizar traz a diminuição desses casos e torna-se uma forma de combate a esse problema.
Portanto, observa-se que a educação e o aumento da fiscalização são caminhos que podem ser tomados para a superação do preconceito religioso. Por isso, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania - órgão responsável pela promoção e proteção dos direitos humanos- juntamente com o Ministério da Educação promover ações, como campanhas e programas, por meio do patrocínio e do repasse de verbas, que ajudem a desmistificar os preconceitos entre as crianças e adolescentes. Além disso, destinar parte dessas verbas na contratação de mais profissionais para que haja o agravamento da fiscalização. Desse jeito, a intolerância religiosa será combatida.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Competência 1: O texto apresenta alguns erros gramaticais, como "combate a intolerância" (correto: "combate à intolerância") e "aliada no combate a essa problemática" (correto: "aliada no combate a essa problemática"). Sugiro revisar o uso de crase e concordância nominal.
Competência 5: A proposta de intervenção possui todos os elementos, mas carece de detalhamento. Sugiro especificar como as campanhas e programas serão implementados e como a fiscalização será aprimorada.
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- C1 (Norma-Padrão): 160
Principais pontos: poucos erros gramaticais e de concordância, uso aceitável da norma, mas com deslizes como “empeza” não presente; há repetição de termos, algumas construções desnecessariamente complexas e alguns acentos/direções com pequenas falhas. Não há problemas graves que comprometam a compreensão geral.
- C2 (Compreensão do tema e aplicação de conceitos): 160
Pontos fortes: tema reconhecido; relação entre educação, fiscalização e intolerância religiosa; uso de referência histórica (colonialismo) e citação de Gandhi. Pontos a melhorar: aprofundar mais conceitos de áreas como sociologia/religião, evitar afirmações vagas (“melhorar a fiscalização é um meio”) sem especificar mecanismos.
- C3 (Selecionar, organizar e interpretar informações): 160
Pontos fortes: organização em introdução, desenvolvimento e conclusão; uso de dados históricos e legislação. Obs.: a mudança de foco entre educação e fiscalização é boa, mas há repetição de ideias sem aprofundar argumentos, o que enfraquece a defesa de posição.
- C4 (Coesão e coerência): 160
Pontos fortes: conectivos sutis apresentam progressão. Obstáculos: algumas frases longas, ideias repetidas, necessidade de maior encadeamento entre parágrafos; melhor uso de conectivos que oficializem a progressão lógica.
- C5 (Proposta de intervenção – direitos humanos): 200
A proposta cumpre os quatro elementos (agente, ação, meio e finalidade) com detalhamento adequado: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e Ministério da Educação, ações como campanhas, programas, repasse de verbas, contratação de mais profissionais; finalidade de reduzir preconceitos e ampliar fiscalização.
Nota total: 840 (C1: 160, C2: 160, C3: 160, C4: 160, C5: 200)
Observação final: você apresenta um caminho sólido, com base histórica e jurídica, mas pode fortalecer a argumentação com dados atuais, cen