No Brasil, a proteção aos refugiados deve ser vista como obrigação a essas pessoas. Muitos refugiados buscam abrigo no país, principalmente aqueles que estão fugindo de conflitos armados, perseguição religiosa, racial e de gênero. Pois, no Brasil a Lei do Refúgio no Brasil ( Lei 9.474/97) que reconhece essa diferença e garante que pessoas nessa condições tem direitos a proteção. Logo, vale mencionar que isso fará com que esses exilados se tornem protegido e acolhido no país de refúgio.
No entanto,a lei sozinha não basta. A frase de Santa Terezinha do Menino Jesus "Se a dor do outro não doer em mim, eu desconheço o amor", serve como um reflexo do principal desafio enfrentado pelos refugiados no Brasil. Dessa forma, os pedidos de refúgio e a falta de programas de integração social e profissional, mostram que a dor do outro não dói o suficiente para ser ajudado. Desse modo, a ausência de uma estrutura, mostra que a proteção dos refugiados ainda é vista como um problema do "outro" e não algo coletivo.
É evidente, que é preciso mudar a perspectiva, tornando a dor do outro em uma causa coletiva. Para isso, o governo juntamente com a sociedade, precisa criar programas de intervenção que ofereçam apoio aos exilados. O governo deve liderar e financiar programas de intervenção, as empresas podem oferecer vagas a sociedade deve ser educada para combater o preconceito. Ao fazer isso,o Brasil cumpre uma função humanitária,mas também se torna um sociedade mais justa e acolhedora.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta repertório limitado de recursos coesivos e articula as partes do texto de forma insuficiente, com muitas inadequações, o que compromete a organização das ideias.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros de norma (C1): pluralização e regência inadequadas, como “em geral” e “Lei do Refúgio no Brasil ( Lei 9.474/97)”, além de frase incompleta: “durante.” e crase/ concordância em “pessoas nessas condições tem direitos” → “têm direitos”. Sugestão: revisar para: “No Brasil, a proteção aos refugiados deve ser vista como obrigação para essas pessoas. A Lei 9.474/97 reconhece… tem direitos à proteção.” Coesão (C4): conectivos mal usados e fraseologia quebrada: use então, contudo, assim, ademais para ligar ideias. Conteúdo (C2/C3): mantém foco no tema, porém aprofundar ações concretas e dados. Proposta de intervenção (C5): aparecem agente, ação e finalidade, mas detalhe melhor os meios (recursos, prazos) e como medir impactos; exemplo: “governo financia X, universidades oferecem Y vagas, com metas Z, para reduzir preconceito”.
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