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Por geovannac3
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Em um contexto de crescente digitalização e conectividade, a proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais configura-se como um desafio urgente no Brasil. Isso se evidencia, sobretudo, pelo caso do influenciador Hytalo Santos, preso em agosto de 2025, acusado de tráfico de pessoas, exploração sexual e trabalho infantil artístico. A denúncia, realizada pelo youtuber Felca, viralizou e revelou não apenas a fragilidade das políticas de proteção infantil, mas também a omissão das plataformas digitais diante de conteúdos nocivos. Desse modo, torna-se essencial analisar as causas desse problema para propor soluções eficazes.

Primordialmente, é necessário destacar a insuficiência de regulamentações específicas que abordem a participação de menores em produções digitais. Apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente assegurar a proteção integral, a fiscalização na internet ainda é deficiente, o que facilita práticas abusivas. Ademais, conforme revelado no caso Hytalo, muitas famílias aceitam benefícios financeiros em troca da exposição dos filhos, expondo a vulnerabilidade social que agrava o problema. Nesse sentido, o documentário “Má influência: o lado sombrio dos influencers infantis” (Netflix) ilustra que a superexposição digital infantil é um fenômeno global, uma vez que apresenta a trajetória de Piper Rockelle, jovem influenciadora que enfrenta pressão psicológica decorrente de sua visibilidade online.

Além disso, a lógica de funcionamento das plataformas digitais contribui para a perpetuação dessa problemática, visto que priorizam o engajamento e o lucro em detrimento da proteção infantil. Soma-se a isso a desinformação de pais e responsáveis, que, muitas vezes, desconhecem os riscos da exposição precoce ou até incentivam a participação dos filhos visando ganhos financeiros. Portanto, é imprescindível que haja uma articulação entre Estado, empresas de tecnologia e sociedade civil para garantir o respeito aos direitos das crianças e adolescentes e reduzir os danos sociais e emocionais decorrentes dessa prática.

Diante do exposto, faz-se necessário que o Governo Federal, por meio do Congresso Nacional, elabore leis específicas para regulamentar e fiscalizar a participação de menores em conteúdos digitais, prevendo sanções para práticas abusivas. Paralelamente, as plataformas de redes sociais devem implementar ferramentas de inteligência artificial para detecção e remoção rápida de conteúdos ilegais, bem como promover campanhas educativas sobre o tema. Ademais, ONGs e escolas podem realizar palestras e cursos para pais e responsáveis, a fim de conscientizá-los acerca dos riscos da exposição digital infantil. Como resultado, haverá maior proteção às crianças e adolescentes, assegurando-lhes o direito ao desenvolvimento saudável e à dignidade no ambiente online.
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    Principais erros: uso excessivo de casos hipotéticos (Hytalo/Santos) sem clareza de que são exemplos ou realidades verificáveis; relação entre tema e exemplos às vezes vaga. Sugestões: evitar nomes não verificados ou explicitar que são casos hipotéticos; manter foco no tema. Melhorias: inserir conectivos de progressão (além disso, contudo, por isso); organizar ideias em parágrafos de introdução, desenvolvimento e conclusão. Intervenção: detalhar agente, ação, meio e finalidade (ex.: Governo cria, por meio de lei específica, obrigação de plataformas remover conteúdos com menor de 18 sob pena de sanção; ações de fiscalização públicas; finalidade: proteção integral da criança).

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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