Em uma primeira análise, destaca-se a ausência de medidas governamentais eficazes para promover políticas públicas sobre os quadros psiquiátricos. Nesse sentido, a falta de iniciativas adequadas impede que as pessoas carentes e de periferia tenham acesso aos seus direitos como cidadãos e respeito, como é assegurado a qualquer ser humano pela dignidade inerente à condição humana. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", uma vez que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como à saúde — realidade perceptível no atual cenário nacional.
Ademais, é fundamental apontar que a propagação de informações falsas nas redes sociais agrava esse quadro. Segundo dados do Ministério da Saúde, durante a pandemia da Covid-19, a circulação de notícias inverídicas dificultou a adesão da população às medidas de prevenção, ocasionando prejuízos diretos à saúde coletiva. Diante de tal retrocesso, percebe-se que a falta de fiscalização e de mecanismos eficazes de combate às chamadas “fake news” compromete não apenas a integridade informacional dos cidadãos, mas também o pleno exercício do direito à vida e à saúde garantido constitucionalmente. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar sem a devida intervenção.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater os efeitos negativos das redes sociais. Para isso, o Governo Federal deve implementar políticas de educação midiática e fiscalização, por meio de campanhas educativas, programas escolares e sistemas de monitoramento, para garantir acesso à informação confiável e proteger os direitos constitucionais. Simultaneamente, as plataformas digitais devem moderar conteúdos e combater fake news, utilizando algoritmos e checagem de fatos, a fim de fortalecer a cidadania e reduzir danos à sociedade. Assim, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade pautada pela efetivação dos direitos previstos na Carta Magna.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais problemas: 1) Norma PADRÃO: erros como “direitos como cidadãos e respeito” (faltou regência/fluidez), “à saúde — realidade perceptível” (uso marca-ponto inadequado) e construções repetitivas. Sugestão: revisar para: “direitos como cidadãos, com respeito à dignidade” e evitar travessões desnecessários; corrigir “uma violação do contrato social” para soar mais claro. 2) Tema/proposta: o texto discute redes sociais, mas a relação com direito à saúde poderia ficar mais explícita na introdução e no desenvolvimento. 3) Coesão/Coerência: utilize conectivos mais precisos entre ideias (além de “ademais”, use “porém”, “consequentemente”). 4) Intervenção completa: apresenta agente, ação, meios e finalidade, porém detalhar melhor como a fiscalização atuaria e como medir resultados (indicadores) fortalece a proposta. Sugestões de reescrita: reestruture para: introdução objetiva, desenvolvimento com dados/limitações das redes, conclusão com intervenção detalhada. Proposta de intervenção exemplar: Governo Federal deve promover educação midiática (ação) nas escolas (meio) para reduzir desinformação, com metas de redução de fake news em 30% até 2 anos (finalidade); agentes: governos e plataformas; ações: monitoramento, checagem de fatos, parcerias com universidades.
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