As relações de pai e filho, apesar de serem assuntos em voga na atualidade, não são um assunto recém nascido, muito pelo contrário, são relações milenares e que sempre se mostraram, mesmo que nos traços mais singelos. Todavia, há décadas atrás, não havia discussão sobre essa relação e os reflexos que esta pode gerar nos comportamentos e desenvolvimento de um ser humano, que vem ao mundo como um quadro branco e duranto muito tempo, somente reproduz comportamentos e comandos, iniciando assim um padrão de costumes.
O sociólogo Emilie Durkheim, em um de seus estudos mais famosos, constatou que os indivíduos são controlados socialmente por um conjunto de normas, valores e modos que os direcionam a agir de uma maneira. Seguindo esse ponto de vista, há uma definição sólida sobre o poder que as relações exercem sob os comportamentos humanos e suas cadeias. Se bons conjuntos de comportamentos são cultivados e apresentados, bons comportamentos serão colhidos, como é o caso da semeadura afetiva entre pais e filhos, mas apesar disso, os comportamentos negativos são maioria em tais relações, onde lares destabilizados formam crianças reativas, instáveis, inseguraças e que resultam em práticas abusivas, como a agressão, autoflagelo e comportamentos reativos. De acordo com a OMS (Organização Mundial De Saúde) a maior parte dos agressores e abusadores, sofreram algum tipo de agressão ou abuso de seus pais, durante a infância e/ou adolescência.
Sendo assim, faz-se mister o cultivo de relações seguras e a compreensão da responsabilidade parental e dos reflexos que uma má criação podem resultar.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Principais erros: (1) gramática/ortografia: “Emilie Durkheim” deveria ser “Émile Durkheim”; “da OMS” e “Organização Mundial da Saúde” com correta capitalização; “duranto” -> “durante”; “via de regra”/ambiguidade de termos; vírgulas mal posicionadas (“...regadas por, negligências...”); falhas de concordância/ortografia em frases longas. (2) Desenvolvimento: tema é abordado, mas a tese não é clara de modo direto; menos aprofundamento crítico. (3) Coerência: fluxo de ideias é constante, porém há lapsos de coesão entre frases longas. (4) Intervenção: não há proposta com os quatro elementos (agente, ação, meio, finalidade) bem detalhados. Sugestões: reescrever para: “Émile Durkheim sustenta…; proponho que os agentes X promovam Y nos espaços Z, com finalidade W.”
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