Inicialmente, destaca-se a falha na base familiar que por falta, muitas vezes, de meios para promover o básico da subsistência, acaba por usar seus filhos como objetos de troca com a finalidade de ganhar algum dinheiro. Um exemplo claro, é o caso da "Ilha de Marajó", no Pará, onde crianças se prostituem em embarcações por meros trocados devido à carência de recursos para sobrevivência familiar. Logo, a atuação governamental precisa olhar para essa questão de forma mais ativa para que as famílias possam ter condições dignas para seu sustento, como também, coibir os atos de exploração infantojuvenil visando à queda das estatísticas.
Ademais, é importante considerar os fatos de violência advindos dos próprios familiares, seja por causas como vícios em álcool, drogas ou desestruturação familiar, seja por parentes ou amigos. Nesse contexto, a violência física, emocional ou sexual, as quais essas crianças e jovens estão propensos e a dificuldade de fulga, visto que, em muitos casos, não tem a quem recorrer ou são impedidos pelo medo, impacta diretamente a construção sólida e saudável dos comportamentos quando adultos. Desse modo, treinar professores e orientá-los para denúncias e acolhimento em casos de desconfianças de abuso é uma forma para que a criança ou adolescente possa pedir ajuda em um local fora do contexto familiar.
Por conseguinte, pode-se dizer que a violência infantojuvenil advém principalmente das relações familiares, por motivos como condições inadequadas para o autossustento, vícios em álcool, drogas e abusos sexuais. Contudo, todos devem agir para mitigar esses fatos, população deve denunciar, governo fiscalizar e implementar ações de combate à exploração infantil e a violência doméstica, criar políticas para dar às famílias o essencial para a sobrevivência, pois com essas ações será possível que os abusos sejam minimizados. Assim, crianças e adolescentes poderão ter sua dignidade e respeito restaurados.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: Norma (comp.1): perguntas com concordância/acentuação e grafias inadequadas como “fulga” (corrigir: fuga), repetição desnecessária de termos, “desestruturação familiar” ok, mas cuidado com redundâncias. Sugestão: “a violência contra crianças e adolescentes, física, psicológica e sexual, deve ser combatida”. Tema/Conteúdo (comp.2): discute violência, mas carece de delimitação de ideias; recondicionar a estrutura: introdução objetiva, parágrafos de desenvolvimento com exemplos claros e conclusão com resposta ao tema. Coerência (comp.4) e Organização (comp.3): conectivos usados, porém avanços de ideia ás vezes abruptos; usar transições mais claras: portanto, ademais, em consequência, por fim. Intervenção (comp.5): elementos presentes (agente: governo/ sociedade; ação: fiscalizar, implementar; meio: políticas, capacitação; finalidade: reduzir abusos), mas sem detalhar ações concretas. Recomendação de melhoria: reformular a proposta com etapas (quem faz, o quê, onde, quando) e exemplos de atuação. Exemplo de reescrita de intervenção: “O Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos deverá criar o programa X, com capacitação de professores (meio) para identificar sinais de violência (ação) e encaminhar denúncias ao CREAS (finalidade).”
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