Diante desse cenário, é importante destacar a omissão social e sua intrínseca relação com a questão. Segundo Platão, a ignorância é a raiz de todo o mal. A partir dessa linha de raciocínio, é notório que a carência de conhecimento cria uma sociedade indiferente aos desafios vividos pelos cidadãos. Sendo assim, enquanto a população não conhecer, debater e cobrar políticas públicas eficazes, a intolerância religiosa permanecerá na invisibilidade. Tudo isso acaba prejudicando muitas pessoas, a exemplo dos candonblecistas. Nota-se, então, a necessidade de reverter esse quadro lamentável.
Ademais, vale também ressaltar a insuficiente ação do Estado perante a incógnita. De acordo com Gilberto Dimenstein, em sua obra "O Cidadão de Papel", nem sempre as leis presentes nos documentos oficiais são cumpridas, desencadeando uma realidade em que os sujeitos são amparados pelo Estado apenas no papel. Sob essa ótica, fica evidente que o poder público não garante os direitos básicos das entidades que são vítimas da inclemência religiosa a exemplos dos umbandistas. Com isso, uma parcela da civilização permanece enfrentando esse obstáculo sem apoio prático das leis. Portanto, ao entender que a inclemência espiritual está diretamente ligado à inércia governamental e à indiferença social, é tempo de combater esse grave problema.
Destarte, o Governo Federal, responsável por administrar o povo e os interesses públicos, a partir de medidas governamentais destinadas à pasta, deve desenvolver projetos e palestras conscientizadoras em escolas por meio da intermediação de especialistas no assunto. Tais palestras devem ser web-conferenciadas nas redes sociais do governo, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre a intolerância religiosa e atingir um público maior. Dessa maneira, com a conjuntura de tais ações, os brasileiros verão o direito, garantido pela Constituição, como algo verídico
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais erros: uso de termos incorretos/obscuros (candonblecistas) compromete a norma; erros de concordância/pretérito (aos exemplos), construção difícil (“perante a incógnita”, “inclemência religiosa”) e poucas falhas de coesão. Sugestões: substituir por termos corretos, revisar sintaxe e concordância (ex.: “aos exemplos dos umbandistas”). Reescrever a intervenção com mais detalhes: agência (Governo Federal), ação (campanhas educativas), meio (escolas, mídias), finalidade (reduzir discriminação) e apresentar uma frase-conclusão direta. Ex.: “Propõe-se ao Governo Federal desenvolver projetos educativos nas escolas, com palestras de especialistas, veiculadas em plataformas oficiais, visando reduzir a intolerância religiosa e garantir direitos.”
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