- 13 Set 2025, 20:56
#154435
Sabe-se que o Brasil foi construído a partir de muitas lutas de seus povos contra o colonialismo e diversas outras explorações. Com origem na miscigenação e em costumes impostos, o país segue caminhando rumo ao progresso. Todavia, é preciso estimular determinados temas que se eximiram desse avanço, como os desafios da educação inclusiva, que é fomentado pela ineficácia governamental e pelo silenciamento midiático.
Primordialmente, deve-se discutir sobre a importância estatal. Sob esse viés, é válido ressaltar que, segundo a filósofa Hannah Arendt, a função da escola para as crianças é ensinar sobre como o mundo é, nao instrui-las de como viver. A partir disso, nota-se a necessidade de descutir sobre a falta de inclusão que o estado brasileiro vai contra aquilo defendido pela autora ao não incentivar o ensino de pessoas com deficiências, muitas vezes causando a desistência do aluno diante ao ensino limitado. Entretanto, investimento indevido na área da educação como o implemento do ensino médio reforça essa narrativa.
Ademais, os meios midiáticos são a principal forma de se informar atualmente. E, de acordo com a filósofa Djamila Ribeiro, é preciso retirar as situações de invisibilidade para que soluções sejam encontradas. Grande parte das plataformas midiáticas, entretanto, age na contramão daquilo defendido pela pensadora ao não promover debate sobre a inclusão no ambiente escolar, muitas vezes tratando como uma mentira. Dessa maneira, trivializa-se a importância de falar pois grande parte das mídias colocam a inclusão como algo algo inexistente, usando mentiras e falacias para reforçar essa narrativa. Logo, isso irá acarretar, em mais invisibilidade para os casos de abondono escolar por falta da inclusão.
O Governo, portanto, deve, em parceria com a mídia, criar projetos educativos e campanhas sobre as questões da inclusão social. Isso será feito por meio da produção de palestras e de discussões coletivas com a presença de redatores e políticos, os quais irão criticar os órgãos de comunicação e a gestão institucional improdutiva. Tal medida tem a finalidade de remediar a falta de incentivo e informações que reforçam a inclusão escolar o que ira,assim, despojar o passado retrógrado da terra brasílica, com o intuito de incentivar o seu desenvolvimento.
Primordialmente, deve-se discutir sobre a importância estatal. Sob esse viés, é válido ressaltar que, segundo a filósofa Hannah Arendt, a função da escola para as crianças é ensinar sobre como o mundo é, nao instrui-las de como viver. A partir disso, nota-se a necessidade de descutir sobre a falta de inclusão que o estado brasileiro vai contra aquilo defendido pela autora ao não incentivar o ensino de pessoas com deficiências, muitas vezes causando a desistência do aluno diante ao ensino limitado. Entretanto, investimento indevido na área da educação como o implemento do ensino médio reforça essa narrativa.
Ademais, os meios midiáticos são a principal forma de se informar atualmente. E, de acordo com a filósofa Djamila Ribeiro, é preciso retirar as situações de invisibilidade para que soluções sejam encontradas. Grande parte das plataformas midiáticas, entretanto, age na contramão daquilo defendido pela pensadora ao não promover debate sobre a inclusão no ambiente escolar, muitas vezes tratando como uma mentira. Dessa maneira, trivializa-se a importância de falar pois grande parte das mídias colocam a inclusão como algo algo inexistente, usando mentiras e falacias para reforçar essa narrativa. Logo, isso irá acarretar, em mais invisibilidade para os casos de abondono escolar por falta da inclusão.
O Governo, portanto, deve, em parceria com a mídia, criar projetos educativos e campanhas sobre as questões da inclusão social. Isso será feito por meio da produção de palestras e de discussões coletivas com a presença de redatores e políticos, os quais irão criticar os órgãos de comunicação e a gestão institucional improdutiva. Tal medida tem a finalidade de remediar a falta de incentivo e informações que reforçam a inclusão escolar o que ira,assim, despojar o passado retrógrado da terra brasílica, com o intuito de incentivar o seu desenvolvimento.