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A Lei Maria da Penha n° 11340, sancionada em 2006, tem como objetivo punir as diversas formas de violência doméstica contra as mulheres, buscando garantir a segurança e seus direitos. Porém, essa pauta se contradiz quando existem diversos tipos de abusos nas relações amorosas de muitas figuras femininas. Com isso, evidencia-se que a problemática se agrava com o machismo estrutural e a falta de intervenção social.
Em primeiro plano, destaca-se a presença da dominação masculina sobre as mulheres. Em um relacionamento, as vítimas são constantemente manipuladas pelo agressor, gerando sentimentos de dúvidas, insegurança e esperança de que seus parceiros mudem. Isso leva a privação de seus direitos e torna-se um obstáculo para buscarem ajuda, agravando seu sofrimento. Dessa forma, o machismo estrutural presente em nossa sociedade é uma consequência negativa nas relações sociais, conforme evidenciado pela filósofa e jornalista Djamila Ribeiro, " A gente luta por uma sociedade em que as mulheres possam ser consideradas pessoas".
Além disso, é notória a falta de intervenção social no que se refere ao apoio psicológico à essas mulheres. Segundo a Teoria do Homem Cordial de Sérgio Buarque de Holanda, a cordialidade brasileira mascara relações sociais violentas. Isso é visível na medida em que a imagem do abusador é vista como "afetuosa" para justificar comportamentos opressores, dificultando que a vítima reconheça o abuso. Como também, a sociedade tende a naturalizar o perdão para a manutenção das relações, o que confirma a teoria proposta.
Portanto, cabe ao Estado junto ao STF- Supremo Tribunal Federal- a ampliação de leis de combate à violência contra as mulheres, por meio da votação entre deputados e senadores, com a finalidade de abranger o acolhimento afetivo, pois embora o Estado possua leis como a Maria da Penha, ainda falha nessas pautas. Ademais, é preciso que o Ministério da Educação, responsável pelas políticas nacionais de educação, promova campanhas e projetos educativos nas instituições de ensino, a fim de conscientizar a população sobre os sinais de abuso nos relacionamentos. Só assim será possível garantir a segurança das mulheres e seus direitos.
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    Erros de norma-padrão (Ex.: “Lei Maria da Penha n° 11340”, uso de aspas, pontuação) prejudicam leitura. Sugestões: escrever “Lei nº 11.340/2006”; evitar aspas desnecessárias; revisar concordância e pontuação (ex.: “buscando garantir a segurança e seus direitos” → “garantir a segurança e os seus direitos”). No desenvolvimento, há afirmações vagas sobre teorias sem contextualização clara. Recomendado: apresentar definição breve da teoria citada e ligar cada ideia ao tema. A intervenção fica ambígua quanto aos meios; detalhar agentes, ações, meios e finalidades (ex.: STF/Ministério da Educação, campanhas educativas, serviços de apoio psicológico, metas de proteção).

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por letciavit2
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#154836
letciavit2 escreveu:A Lei Maria da Penha n° 11340, sancionada em 2006, tem como objetivo punir as diversas formas de violência doméstica contra as mulheres, buscando garantir a segurança e seus direitos. Porém, essa pauta se contradiz quando existem diversos tipos de abusos nas relações amorosas de muitas figuras femininas. Com isso, evidencia-se que a problemática se agrava com o machismo estrutural e a falta de intervenção social.
Em primeiro plano, destaca-se a presença da dominação masculina sobre as mulheres. Em um relacionamento, as vítimas são constantemente manipuladas pelo agressor, gerando sentimentos de dúvidas, insegurança e esperança de que seus parceiros mudem. Isso leva a privação de seus direitos e torna-se um obstáculo para buscarem ajuda, agravando seu sofrimento. Dessa forma, o machismo estrutural presente em nossa sociedade é uma consequência negativa nas relações sociais, conforme evidenciado pela filósofa e jornalista Djamila Ribeiro, " A gente luta por uma sociedade em que as mulheres possam ser consideradas pessoas".
Além disso, é notória a falta de intervenção social no que se refere ao apoio psicológico à essas mulheres. Segundo a Teoria do Homem Cordial de Sérgio Buarque de Holanda, a cordialidade brasileira mascara relações sociais violentas. Isso é visível na medida em que a imagem do abusador é vista como "afetuosa" para justificar comportamentos opressores, dificultando que a vítima reconheça o abuso. Como também, a sociedade tende a naturalizar o perdão para a manutenção das relações, o que confirma a teoria proposta.
Portanto, cabe ao Estado junto ao STF- Supremo Tribunal Federal- a ampliação de leis de combate à violência contra as mulheres, por meio da votação entre deputados e senadores, com a finalidade de abranger o acolhimento afetivo, pois embora o Estado possua leis como a Maria da Penha, ainda falha nessas pautas. Ademais, é preciso que o Ministério da Educação, responsável pelas políticas nacionais de educação, promova campanhas e projetos educativos nas instituições de ensino, a fim de conscientizar a população sobre os sinais de abuso nos relacionamentos. Só assim será possível garantir a segurança das mulheres e seus direitos.
letciavit2 escreveu:A Lei Maria da Penha n° 11340, sancionada em 2006, tem como objetivo punir as diversas formas de violência doméstica contra as mulheres, buscando garantir a segurança e seus direitos. Porém, essa pauta se contradiz quando existem diversos tipos de abusos nas relações amorosas de muitas figuras femininas. Com isso, evidencia-se que a problemática se agrava com o machismo estrutural e a falta de intervenção social.
Em primeiro plano, destaca-se a presença da dominação masculina sobre as mulheres. Em um relacionamento, as vítimas são constantemente manipuladas pelo agressor, gerando sentimentos de dúvidas, insegurança e esperança de que seus parceiros mudem. Isso leva a privação de seus direitos e torna-se um obstáculo para buscarem ajuda, agravando seu sofrimento. Dessa forma, o machismo estrutural presente em nossa sociedade é uma consequência negativa nas relações sociais, conforme evidenciado pela filósofa e jornalista Djamila Ribeiro, " A gente luta por uma sociedade em que as mulheres possam ser consideradas pessoas".
Além disso, é notória a falta de intervenção social no que se refere ao apoio psicológico à essas mulheres. Segundo a Teoria do Homem Cordial de Sérgio Buarque de Holanda, a cordialidade brasileira mascara relações sociais violentas. Isso é visível na medida em que a imagem do abusador é vista como "afetuosa" para justificar comportamentos opressores, dificultando que a vítima reconheça o abuso. Como também, a sociedade tende a naturalizar o perdão para a manutenção das relações, o que confirma a teoria proposta.
Portanto, cabe ao Estado junto ao STF- Supremo Tribunal Federal- a ampliação de leis de combate à violência contra as mulheres, por meio da votação entre deputados e senadores, com a finalidade de abranger o acolhimento afetivo, pois embora o Estado possua leis como a Maria da Penha, ainda falha nessas pautas. Ademais, é preciso que o Ministério da Educação, responsável pelas políticas nacionais de educação, promova campanhas e projetos educativos nas instituições de ensino, a fim de conscientizar a população sobre os sinais de abuso nos relacionamentos. Só assim será possível garantir a segurança das mulheres e seus direitos.



Alguém pode me informar oque está errado nessa redação?( tenho ciência de alguns erros gramaticais e de coesão) Estou em dúvida pois alguns sites me deram 880 e outros +900
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Por letciavit2
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#154837
letciavit2 escreveu:A Lei Maria da Penha n° 11340, sancionada em 2006, tem como objetivo punir as diversas formas de violência doméstica contra as mulheres, buscando garantir a segurança e seus direitos. Porém, essa pauta se contradiz quando existem diversos tipos de abusos nas relações amorosas de muitas figuras femininas. Com isso, evidencia-se que a problemática se agrava com o machismo estrutural e a falta de intervenção social.
Em primeiro plano, destaca-se a presença da dominação masculina sobre as mulheres. Em um relacionamento, as vítimas são constantemente manipuladas pelo agressor, gerando sentimentos de dúvidas, insegurança e esperança de que seus parceiros mudem. Isso leva a privação de seus direitos e torna-se um obstáculo para buscarem ajuda, agravando seu sofrimento. Dessa forma, o machismo estrutural presente em nossa sociedade é uma consequência negativa nas relações sociais, conforme evidenciado pela filósofa e jornalista Djamila Ribeiro, " A gente luta por uma sociedade em que as mulheres possam ser consideradas pessoas".
Além disso, é notória a falta de intervenção social no que se refere ao apoio psicológico à essas mulheres. Segundo a Teoria do Homem Cordial de Sérgio Buarque de Holanda, a cordialidade brasileira mascara relações sociais violentas. Isso é visível na medida em que a imagem do abusador é vista como "afetuosa" para justificar comportamentos opressores, dificultando que a vítima reconheça o abuso. Como também, a sociedade tende a naturalizar o perdão para a manutenção das relações, o que confirma a teoria proposta.
Portanto, cabe ao Estado junto ao STF- Supremo Tribunal Federal- a ampliação de leis de combate à violência contra as mulheres, por meio da votação entre deputados e senadores, com a finalidade de abranger o acolhimento afetivo, pois embora o Estado possua leis como a Maria da Penha, ainda falha nessas pautas. Ademais, é preciso que o Ministério da Educação, responsável pelas políticas nacionais de educação, promova campanhas e projetos educativos nas instituições de ensino, a fim de conscientizar a população sobre os sinais de abuso nos relacionamentos. Só assim será possível garantir a segurança das mulheres e seus direitos.
letciavit2 escreveu:A Lei Maria da Penha n° 11340, sancionada em 2006, tem como objetivo punir as diversas formas de violência doméstica contra as mulheres, buscando garantir a segurança e seus direitos. Porém, essa pauta se contradiz quando existem diversos tipos de abusos nas relações amorosas de muitas figuras femininas. Com isso, evidencia-se que a problemática se agrava com o machismo estrutural e a falta de intervenção social.
Em primeiro plano, destaca-se a presença da dominação masculina sobre as mulheres. Em um relacionamento, as vítimas são constantemente manipuladas pelo agressor, gerando sentimentos de dúvidas, insegurança e esperança de que seus parceiros mudem. Isso leva a privação de seus direitos e torna-se um obstáculo para buscarem ajuda, agravando seu sofrimento. Dessa forma, o machismo estrutural presente em nossa sociedade é uma consequência negativa nas relações sociais, conforme evidenciado pela filósofa e jornalista Djamila Ribeiro, " A gente luta por uma sociedade em que as mulheres possam ser consideradas pessoas".
Além disso, é notória a falta de intervenção social no que se refere ao apoio psicológico à essas mulheres. Segundo a Teoria do Homem Cordial de Sérgio Buarque de Holanda, a cordialidade brasileira mascara relações sociais violentas. Isso é visível na medida em que a imagem do abusador é vista como "afetuosa" para justificar comportamentos opressores, dificultando que a vítima reconheça o abuso. Como também, a sociedade tende a naturalizar o perdão para a manutenção das relações, o que confirma a teoria proposta.
Portanto, cabe ao Estado junto ao STF- Supremo Tribunal Federal- a ampliação de leis de combate à violência contra as mulheres, por meio da votação entre deputados e senadores, com a finalidade de abranger o acolhimento afetivo, pois embora o Estado possua leis como a Maria da Penha, ainda falha nessas pautas. Ademais, é preciso que o Ministério da Educação, responsável pelas políticas nacionais de educação, promova campanhas e projetos educativos nas instituições de ensino, a fim de conscientizar a população sobre os sinais de abuso nos relacionamentos. Só assim será possível garantir a segurança das mulheres e seus direitos.



Alguém pode me informar oque está errado nessa redação?( tenho ciência de alguns erros gramaticais e de coesão) Estou em dúvida pois alguns sites me deram 880 e outros +900
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