De início, há de se constatar a débil ação governamental de não intervir nas ações abusivas dos servidores públicos e não dar a devida punição aos mesmos, gerando o ciclo interminável desta problemática. A constituição de 1988 no artigo 5°, afirma que todos são iguais perante a lei e garante o direito a vida, a segurança e a igualdade á todos. Nesse viés, isso mostra a falta de comprometimento do governo com as leis, a partir do momento em que a população não está segura com o abuso de poder contínuo dos servidores públicos. Torna-se então, imprescindível uma ação do governo para reverter a situação.
Por conseguinte, as pessoas passam a não confiar na lei e sentem medo ao invés de proteção dos responsáveis pela segurança pública do país, e assim, acabam banalizando os problemas por não terem um exemplo dado pelo Poder Público. A filósofa alemã Hannah Arendt, em sua obra, “Banalidade do Mal”, afirma que após um processo de alienação, as pessoas passam a banalizar os problemas. Nessa perspectiva, a população banaliza o aumento da violência policial por acreditar que tal problema não é de interesse nem público, nem governamental e assim as vítimas acabam sofrendo caladas por não ter nenhum movimento que luta contra isso.
Depreende-se, portanto, que é mister uma atuação governamental no ensinamento para população da importância de conter a violência policial, á fim de incentivar a população a lutar pelo seus direitos e não aceitar o abuso de poder. Tal ação deverá ocorrer por meio do Ministério da Educação juntamente com o Poder Executivo Federal que criará comerciais educativos e passará em canais televisivos através do Ministério das Comunicações.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros: 1) normas/acentuação e grafia: vários ACENTOS, crase inadequada (á/à), palavras com grafia incorreta (polícial, scândaloso, á fim). Recomender: revisar ortografia e flexões, por ex.: “escândalo”/“à”/“à vida”; “violência policial”; “á fim” → “a fim de”.
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