Sob esse viés, cabe mencionar, em primeira plano, que na década de 1950 ,no Brasil e no mundo, o ato de fumar era considerado saudável entre a comunidade médica. É perceptível, então, que existe uma raiz histórica para a carência de conhecimento da população a respeito do assunto. O educador Paulo Freire em sua obra “Pedagogia do Oprimido” argumenta que a conscientização é essencial para a transformação social. Nesse cenário, problemas como esse se tornam ainda mais complexos, afetando diretamente a parcela da população menos instruída.
Outrossim, convém postular que a ineficiência da máquina pública é também um fator que fomenta a perpetuação desse quadro alarmante. Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS – a saúde é o completo bem-estar físico, mental e social. Dessa forma, a omissão do poder público agrava os prejuízos do uso de cigarro eletrônico no Brasil.
Destarte, medidas são necessárias para resolver os problemas supramencionados a fim de mitigá-los. Para isso, o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, devem fomentar um projeto de conscientização para os prejuízos do uso do cigarro eletrônico de modo a orientar os brasileiros para evitar o consumo desse dispositivo. Tal ação ocorrerá por meio da implantação de uma “Campanha Nacional de alerta aos prejuízos do uso do cigarro eletrônico”, a qual irá promover a análise e a conscientização da população brasileira, resultando na diminuição do uso do dispositivo. Assim, os prejuízos do uso do cigarro eletrônico entre os brasileiros deixam de representar o corpo social do Brasil.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais erros: 1) norma: uso inadequado de expressões (em primeira plano; aos 1950; OMS – a saúde é o completo bem-estar); 2) coesão: conectivos presentes, porém há variação inadequada de registro (Outrossim, Destarte) e repetição de ideias sem clareza; 3) desenvolvimento: inicia com referência cultural sem relação direta ao tema atual; falha em organizar argumentos de forma progressiva; 4) intervenção: há proposta com agentes e finalidade, mas carece de detalhes sobre meios de implementação e avaliação. Sugestões: reescrever: “em primeiro plano”, “em 1950-1960” (quando pertinente), manter conectivos simples e contínuos; detalhar a campanha: público-alvo, ações específicas (cartazes, redes, escolas), metas mensuráveis e indicadores de sucesso.
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