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Por carlasand
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O modelo educacional brasileiro é pautado na transmissão expositiva de conhecimento entre docente e discente, onde os alunos devem prestar atenção ao professor, receber, copiar e assimilar os conteúdos considerados importantes para sua formação. Esse modelo de ensino esteve presente na educação brasileira desde o seu descobrimento e persiste nos dias atuais, desconsiderando outras formas de aprendizagem mais inclusivas, que desenvolvam a capacidade cognitiva de diferentes tipos de pessoas, e que abarquem a diversidade e cultura dos cidadãos brasileiros, principalmente considerando os diferentes perfis neurológicos, econômicos e sociais.
Ao supor que todos assimilem informações da mesma forma, o ensino brasileiro construiu uma bolha onde apenas os alunos que se adequem ao método tradicional de ensino conquistam acesso pleno ao conhecimento. Isso ocorre devido a persistência do pensamento antiquado de que o professor é detentor do conhecimento, e mestre do ensino, guiando o aluno no caminho do saber, o que retira a autonomia do aluno sobre o próprio aprendizado, e o limita a se adequar ao sistema de educação imposto pela sociedade. Essa abordagem possuí como propósito ranquear a capacidade do aluno de se adequar ao método, preparando-os para provas e seleções, mas ignorando o real motivo por trás do ensino, que é a capacidade de por o conhecimento em prática.
Ou fator que contribui para a pauta é o conteúdo excludente ministrado nas escolas, sendo ainda, majoritariamente, focado no ideal branco capitalista, excluindo a diversidade cultura, tão rica em nosso país, dos livros didáticos. O Brasil é um país diverso, formado a partir da mistura de diversos povos e costumes, dessa forma, ao deixar de lado as heranças culturais desses povos, o ensino tem contribuído para o desaparecimento gradativo da construção histórica do próprio povo. Somando esse fato ao modelo tradicional de ensino anteriormente citado, temos que os principais desafios enfrentados para uma educação inclusiva no Brasil, estão ligados a estagnação da educação que não abarca as necessidades cognitivas e identitárias atuais dos brasileiros.
Mediante o exposto, para que essa realidade possa ser reinventada, cabe aos poderes públicos, mais especificamente, o ministério da educação, tomar medidas de adaptação curricular, incluindo no ensino o aprendizado identitário brasileiro e a história dos diferentes povos. Além disso, incentivar o ensino prático e inclusivo das matérias, de forma a tornar o estudante parte integrante do próprio aprendizado, possibilitando não apenas a reprodução de saberes, mas o acesso ao conhecimento de fato.
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    Erros recorrentes: Norma-Padrão com musculos de registo: “Ou fator” (deve ser “O fator”), “possúi” (possui), uso de termos inadequados como “ranquear”, vírgulas mal colocadas e construções repetitivas. Sugestão: reescrever trechos com clareza: “O fator que contribui é o conteúdo excludente…”; evitar voz passiva desnecessária e corrigir concordâncias. Coesão: utilize conectivos variados para manter a progressão (além disso, por exemplo, contudo, além de). Proposta de intervenção: inclua explicitamente 4 elementos: agente (MG/SMEC), ação (reformulação curricular inclusiva com conteúdos identitários), meio (projetos de implantação, formação docente, materiais acessíveis) e finalidade (garantir igualdade de oportunidades e participação). Ex.: “O Ministério da Educação deverá revisar currículos para incluir história e cultura afro-brasileira, indígena e diversa, com formação continuada de professores, garantindo acessibilidade e avaliação participativa para assegurar o direito de todos aprenderem de forma significativa.”

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

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