Em uma primeira análise, é lícito postular a negligência do Estado como um dos fatores que contribuem para a falta da universalização do acesso ao cinema, uma vez que priorizam o desenvolvimento nas áreas de renda mais altas das grandes cidades, em detrimento das menores cidades. Nesse sentido, conforme a Constituição Federal de 1988, no artigo 6, a sociedade é igual em direitos sociais, incluindo o lazer. Entretanto, esse direito não acontece na prática, visto que o governo atende apenas as necessidades das grandes cidades na criação de cinemas, excluindo as pequenas cidades e periféricas do interior, sobretudo no norte e nordeste do país. Assim, o Estado acaba negligenciando essas ações, em vez de promover a inclusão e a distribuição de verbas corretamente para áreas e regiões menores.
Ademais, salienta-se que o deslocamento de populações do campo para a cidade impede o acesso do cinema para todos, visto que quando se deslocam para a cidade, mais vista e investida será ela. Nesse raciocínio, segundo dados do IBGE, cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil se mudam para as cidades. Na esteira desse pensamento, infere-se que, quanto mais as pessoas se deslocarem para as grandes cidades, menos investido será as menores cidades, impedindo a inclusão de todos ao cinema.
Em suma, a falta da democratização do acesso ao cinema no Brasil é um complexo desafio que precisa ser combatido. Dessarte, o governo federal - responsável por elaborar e executar ações governamentais - junto com o governo estadual e nacional, devem criar propostas para a universalização do acesso ao cinema, especialmente em cidades pequenas e periféricas. Isso pode ser feito por meio da união e conversação do presidente, prefeitos e vereadores, visando a inclusão de cinemas em todas as cidades e estados do país. Espere-se, assim, que o Brasil, ao enfrentar a falta da universalização do acesso ao cinema, evite um colapso como o do Império Romano do Ocidente.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros/fragilidades: (Comp.1) uso inadequado de termos históricos e gramaticais (ex.: “século V” sem contexto claro, “torna-se premente” com concordância, “nas áreas de renda mais altas”). Sugestão: revisar a norma padrão, evitar misturar eras sem explicação, conjugar: “torna-se premente analisar”. (Comp.2) tema proposto é discutido, mas a fundamentação é vaga em alguns pontos (ex.: dados de IBGE sem fonte). Melhore com dados atuais e relação direta com democratização do cinema. (Comp.3) organização de ideias é razoável, mas há repetições e falas redundantes; reduza clichês e fure lacunas entre parágrafos. (Comp.4) conectivos existem, porém a progressão lógica oscila (uso de “Dessa maneira”, “Assim”). Use conectivos mais claros para relação entre causas e efeito. (Comp.5) a proposta de intervenção tem agentes e ações, mas carece de detalhes operacionais (meios, recursos, prazos e metas); inclua, por exemplo, construção de políticas públicas, financiamento específico, parcerias com redes comunitárias e avaliação de impacto.
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