Em primeiro plano, o estigma manifesta-se por meio de estereótipos, preconceitos e discriminações dirigidas às pessoas que vivem com algum transtorno mental, como bipolaridade, ansiedade ou depressão. Conforme a filósofa Hannah Arendt, ao falar sobre a “banalidade do mal”, alerta para os perigos da apatia e da obediência cega diante da injustiça. Assim, é possível associar sua reflexão às pessoas com transtornos mentais, que acabam sendo excluídas do convívio social por pertencerem a um grupo minoritário.
Além disso, o filme Coringa (2019) ilustra essa realidade ao retratar um personagem que sofre com transtornos mentais desde a infância e, na vida adulta, enfrenta abandono e preconceito social, o que agrava seu sofrimento psicológico. A negligência no tratamento e a falta de empatia da sociedade acabam inferiorizando essa parcela da população, gerando, por conseguinte, marginalização e preconceito contra esse grupo social.
Dessa forma, é necessário que o poder público dedique maior atenção a esse coletivo. A criação de políticas públicas além das campanhas do Setembro Amarelo e do Janeiro Branco, aliada ao investimento em saúde mental em instituições, escolas e universidades, constitui uma maneira eficaz de combater o problema. Ademais, parcerias entre governos e meios de comunicação, com o objetivo de conscientizar a população sobre o tema, contribuiriam para reduzir o preconceito e promover o respeito às pessoas que convivem com transtornos mentais.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais falhas: Norma-Padrão (erros isolados de concordância/acentuação) — ex.: “estigma manifesta-se” deveria manter hífen opcional; uso inadequado de citações sem contexto completo (Arendt) e conexão entre exemplos. Recomendações: revisar: 1) manter pontos de apoio com conectivos claros (além disso, todavia, por isso). 2) corrigir pequenas falhas de regência (“investimento em saúde mental em instituições, escolas e universidades”). 3) ampliar a intervenção com especificação de agente, ação, meio e finalidade de forma objetiva (ex.: O Ministério da Saúde deverá ampliar serviços de psicologia na rede pública, etc.).
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