Primordialmente, é importante destacar a insuficiente ação do estado perante o problema. Nesse sentido, segundo o filósofo renascentista Nicolau Maquiavel, o principal objetivo do governante reside na manutenção do poder - e não na promoção do bem comum. A reflexão do pensador ecoa na intolerância religiosa, na medida em que esses indivíduos não têm considerável representação no pleito eleitoral e são uma minoria invisível à maior parte do corpo social. Por conseguinte, escassas medidas são efetivadas pelos governantes para combater a intolerância religiosa por meio da educação para o respeito, ja que tais ações não lhes garantiriam um aumento considerável no número dos votos em futuras eleições e, consequentemente, pouco auxiliaria na manutenção do poder desses políticos, confirmando a reflexão que maquiavel trouxe ainda no Renascimento.
Ademais, é válido salientar a omissão social diante dessa realidade. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arent, em sua teoria "Banalidade do mal", sustenta que o social se cala perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notório a incidência do pensamento de Arendt, na situação das religiões de matriz africana, já que a maioria da sociedade encara o preconceito contra essas minorias algo banal e de pouca importância, com escassas discussões acerca desse tema cotidiano. Com isso, há pouca pressão social, no governo para mudança desse paradigma, seguindo a linha filosófa Arendt, verifica-se a banalização do mal sofrido por esses cidadãos.
Diante do exposto, denota-se a urgência de propostas governamentais que alterarem esse quadro. Portanto, para o fim da problemática de intolerância religiosa, além de campanhas de conscientizadoras à sociedade, o estado deve criar e fortalecer leis que punam com mais rigor os atos de intolerância religiosa e garantam proteção às vítimas, as quais devem ser localizar prioritariamente em áreas carentes, por meio de investimento nesse sentido. Tal verba pode ser angariada com redirecionamento de recursos, por exemplo, do fundo eleitoral para esse projeto, a fim de que incentivar o diálogo inter-religioso e convivência harmoniosa entre diferentes crenças, promovendo empatia e o compressão multua na sociedade, e o acesso à cidadania estejam em pleno alcance de todos os brasileiros.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 20% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio precário da modalidade escrita formal da língua portuguesa, de forma sistemática, com diversificados e frequentes desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. A redação, neste nível, é elaborada com estruturas linguísticas rudimentares, que, embora se configure minimamente como um texto, apresenta graves problemas de pontuação, de grafia e de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros de norma-padrão: várias grafias incorretas e acentuação ausente (Lamentavel, ja, filosof a Arent) e termos com ortografia inadequada (renascentista, Arent/Arendt). Sugestão: revisar a norma padrão, usar maiúsculas e acentos corretamente: Lamentável; já; renascentista; Arendt. Competência 2: o tema é trabalhado, mas há leitura sujeita a interpretações simplistas de Maquiavel e Arendt; fortaleça a relação com o tema, apresente tese clara e delimite a estrutura (introdução, desenvolvimento, conclusão). Competência 3: há defesa de um ponto de vista, porém depende de citações soltas; priorize dados, lemas e exemplos específicos. Competência 4: conectivos usados, porém a progressão poderia ser mais coesa e evitar redundâncias. Competência 5: há propostas (campanhas, leis, redirecionamento de recursos) com agente e finalidade, mas faltam detalhamentos operacionais (como fiscalizar, métricas, prazos); inclua uma intervenção mais concreta com os quatro elementos bem definidos.
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